sábado, 8 de Agosto de 2009

Nota Inaugural

Estes documentos são uma singela homenagem a todos os que se esforçaram, e divertiram, a produzi-los, com uma palavra de especial apreço para o Zlipax, a quem, sem o suspeitar, e involuntariamente, poderei ter lançado na contra-mão daquela terrível auto-estrada onde nenhum de nós desejaria ter caído...

Que felizes que nós éramos, nesses tempos do "Braganza Mothers"... Uma adolescência solar, num país que se decompunha.

Este é mais um memorial do Ridículo.
Para que a todos aproveite.

sábado, 22 de Setembro de 2007

Epígrafe


“Desde que um jornal meta as mãos numa história, os factos perdem-se para sempre, mesmo para os protagonistas”


Norman Mailer

(imagem do KAOS, com a cortesia do xatoo)

As doces palavras de Sócrates

sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

O "Dossier" do Diploma Cor de Rosa


A primeira grande gargalhada do dia

18 Março 2007 por MAI

A abertura desta página suscitou um surpreendente debate. Terão os membros do Governo direito à opinião e (pior ainda) a exprimi-la ? Pois acho que sim. Mais: acho mesmo que é dever de um governante bater-se pelas suas convicções e sustentar publicamente o debate que suscita. A opinião não é um Olimpo reservado aos editorialistas, analistas, cronistas encartados e similares, como alguns revelaram desejar. Pela nossa parte, exerceremos o direito a ter “A Nossa Opinião”.
Perguntou muito bem. Eu, sinceramente, até vou mais longe: Terão os membros do Governo direito à vida e (pior ainda) a vivê-la?
Pois acho que não. Mais: acho mesmo que é dever de qualquer cidadão bater-se para eliminar essa corja da face do planeta. As execuções sumárias e o uso do sistema para benefícios pessoais (bilderberg) não deveria ser um Olimpo reservado aos incompetentes, inúteis, e gente com falta de carácter, verdadeiras prostitutas vendidas por um punhado de poder num país que está a afundar-se e similares, como todos os que aí estão revelam desejar. Pela nossa parte, exerceremos o direito de ter "A Nossa Opinião", que é tão sumariamente esta: Estimo bem que vão todos para o caralho que vos foda."

A segunda grande gargalhada do dia


quinta-feira, 20 de Setembro de 2007

A história toda, em castelhano

"[...] La campaña interna de los socialistas estuvo regada de mordaces comentarios sobre Sócrates, tachado de "light", "político Armani", "hombre de plástico", "producto mediático" (en expresión de Mário Soares) y "único ministro entertainer de nuestra historia". [...]"

Para ler AQUI

Universidade "Independente, you said?...


I got my name in lights with notcelebrity.co.uk

quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Fahrenheit 451

A Queima dos Termos, na "Independente"

A Pescada



Adivinha do Dia: Qual a semelhança entre José Sócrates e a Pescada?... É que ambos, antes de o serem... já o eram.

Post para um tempo de Racismo - O Brasão da Universidade Independente


Nota: este texto é explicitamente racista e todo o seu conteúdo é falso, ou parece ser.
A esta hora, em que já estou com a dose redobrada do Lítio, mais o Vallium, mais o Dormicum, por causa da minha ida para Marrocos, amanhã, deu-me para a erudição e o disparate. Acontece!.., como diria a Catedrática Clara Pinto-Correia, Vice-Reitora da Muy Honorável Universidade "Lusófona".
E assim sendo, e olhando para as armas da Universidade "Independente", nesta hora, em que já tudo me parece colorido e doce, como nos amaciadores dos relatórios milionários feitos pelo Capacho Constâncio, comecei a ver coisas: em cima do brasão, um livro, todo aberto, salvo seja, e preenchido -- ao contrário dos trabalhos finais do "Engenheiro" (!) de Vilar de Maçada. É um alfarrábio, com linhas, que, na Heráldica Clássica, indicia Erudição, ou como se diria hoje, gente com muita escola, ou muita sabida, conforme preferirem.
Desse livro, debota tinta azul, o que indicia que começou a chover, ou que tanta sabedoria não se aguentaria junta, e acabaria por passsar do estado sólido ao estado líquido, assim como nas crises de soltura dos incontinentes da Câmara da Covilhã, arquitectos incluídos.
O elmo está virado para a esquerda, e
não é de ouro, nem de prata, mas branco, como convém ao branqueamento, e indica "bastardia": nasceu bastarda, e só sucessivos relatórios da Inspecção-Geral do Ensino, assinados por montes de gajos que pensavam que era só pôr a cruz no fundo do papel, a puderam validar. É um elmo cerrado, com estrias para ver o exterior, o que aponta para que, num tempo de vassalagem, mais tarde ou mais cedo a visão que certas pessoas iriam ter do exterior era a do interior de uma cela de prisão: o Mundo às riscas e aos quadadrinhos. Puta que os pariu.
O Escudo é em
Forma Suíça, o que indica as prateleiras de depósito e sonolência dos capitais: chamem-lhes parvos... Para quem alimentasse dúvidas, o esmalte é duplo: Ouro e Preto...
Depois, começa a parte pior, é um escudo cortado, horizontalmente, à altura da
Linha do Chefe do Escudo, para se saber quem manda: à direita, uma "cabeça de negro", que, normalmente, deveria estar representada de perfil, mas está de frente, com os olhos bem visíveis, o que indicia, segundo o "Escultor" Soares "Bronco" -- autor do horror em memória de Sá-Carneiro, prantado na Praça do Areeiro, e co-autor de "Vocabulário Heráldico" ("Edições Mama Sume (!), Santarém/Porto, 1984 (?), exemplar nº 14, de 500, devidamente assinados e numerados pelo autor) Poder e Majestade; à esquerda, um diamante em bruto (!), que indica que um diamante em bruto, depois de lapidado ,pode dar origem a um qualquer negro licenciado. A cabeça de negro, traçada por aspe vertical (?) pode ser um lambel de uma bastardia, ou seja, um sinal heráldico da bastardia de outra bastardia, como adorariam ter escrito Píndaro e Fernando Pessoa.
O
Contrachefe do Escudo é um Castor, um animal muito apreciado pelos Norte-Americanos e Canadianos, já que rói as florestas todas à volta, para construir coios invioláveis, no meio de lagos. Quando os lagos não existem, eles usam todo o tipo de barreiras e obstáculos, para que o rio deixe de correr e se transforme num paúl, ou pântano, do género da Ota. A entrada destas autênticas fortalezas palustres é apenas conhecida pelos Iniciados, que as guardam sigilosamente, não vá o Sistema ruir um dia. No Continente Americano, já se encontrou uma solução para este flagelo, dado que o barricar de um rio por castores pode provocar graves inundações em redor, e recorre-se, então, à dinamite. Cá, suponho que chegaria chapar, durante aquelas intermináveis conferências de imprensa de branqueamento de imagem, com um Bolo de Chantilly, nas fuças do Vigarista de Vilar de Maçada...
Para terminar, a divisa da "Universidade" é "RERUM COGNOSCERE CAUSAS", o que, na tradução da minha empregada de limpeza quer dizer que nestas coisas é muito raro conhecerem-se as verdadeiras causas, e, oh, se é, e se ela não tem montes de razão...

Os lobos uivam, mas há uns lobos mais lobos do que os outros...

"Uma sociedade tão organizada depende, tal como a sociedade humana, de um bom sistema de comunicações. Os lobos têm a capacidade de comunicar mutuamente, embora não através da palavra, como os seres humanos. Eles utilizam sinais: movimentos e atitudes corporais, olhares, cheiros e sons tais como ladridos, rugidos e uivos. O seu sentido do olfacto é muito desenvolvido e um cheiro significa muito mais para eles do que para nós. Através da maneira como utiliza a cauda, um lobo mostra qual o seu estatuto na alcateia, expressa os seus sentimentos e mostra as suas intenções pela maneira como apresenta o focinho, as orelhas e a cauda e até pelos pêlos do dorso. E, evidentemente, os lobos uivam! Fazem-no, por exemplo, para informar os companheiros sobre a sua posição, para reunir os membros da alcateia, para chamar os lobitos, em ocasiões particulares como as que precedem uma caçada, ou simplesmente por prazer e para consolidarem os laços que os unem."

Não, não se trata da nomeação de agentes na S.I.C.-Notícias, nem de cabeças amigas para gestão da informação na Media Capital. Muito menos de canudos de papelão, ou de telefonemas frenéticos, dos Envelopes 9, 10, 11 e 12, para evitar que mais... NOMES... do "Casa Pia" caiam no domínio público. Não é Mário Soares a apelar à "decência", à "frontalidade" e ao bom nome do "equilíbrio das Contas Públicas" (?). Não é o frenesi de telefonemas de chantagem, para salvar a "Independente", em troca da cabeça de Sócrates, cortando, pelo meio, a do Gago.

Não, é só um texto de
Mário Machado, no seu Blogue Nacionalista, depois de multidões de agentes especiais terem sido postos em campo para caçar 15 armas (!). Podiam ter enviado um email, a pedir as moradas dos membros do Governo, dos notáveis parlamentares, das figuras sérias do Sistema, que asseguram o Tráfico, e multiplicavam isso tudo por 100 000!... O problema é onde é que, depois, iam transportar tanta arma apreendida. Até porque o cidadão, comum dos mortais, nem iria acreditar que tinha vivido décadas sobre tal paiol.

(Publicidade - Entram as as notícias sobre o Futebol, "Mourinho o mais bem pago do Mundo", "O Caso Esmeralda", "Transferência de Cristiano Ronaldo", "Os Livros Recomendados por Marcelo Rebelo de Sousa", "Os Esgares de Pacheco Pereira" - Publicidade - Mais Futebol, "Páginas Soltas" etc, da capo...)

CIBERDÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA


QUE NOME SE DÁ A UM NATURAL DE VILAR DE MAÇADA?
RESPOSTA: VIGARISTA MAÇADOR

Nascido para o Foder

"Aprendeu a ler nos livros de cowboys e namorou em carrinhos de choque a ouvir Roberto Carlos. Estudou em Coimbra, foi professor em Lisboa, mas sempre soube que o seu destino era a política. A história da vida de José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa".
Esta é a capa do tão aguardado número da revista Tabu do Sol com a verdadeira história do homem de quem se fala.
Escusam de comprar e ler a revista se querem uma explicação para a foto da capa.
Nela não é explicada a razão do primeiro ministro estar agarrado a uma cadeira, sendo os bancos aqueles que mais beneficiam com a sua política.
Incongruências.

Fake

Genealogia

Coitada da Fava, que nem direito a Bolo-Rei teve...



"Estamos num país de bananas, governado por um filho da puta"


A imagem é do KAOS.

A boa nova vem no "Correio da Manhã".

Valeu a Fernando Charrua ir para a prateleira, por ter dito o que milhões e milhões de Portugueses têm na cabeça e na boca. Tem, aqui em baixo, uma enormeeeeeeeee caixa de comentários, para exprimir tudo o que pensa sobre o assunto... Triste Portugal.

New Blowjobs 4 the boys


"By KAOS


(P.S. - Não me queres demitir também, minha paneleira desavergonhada?...)"


Redes


Professor efémero, com pedido de acumulações...


"Depois de brilhante aluno na "Independente", foi convidado para lá dar aulas, e deu, e ninguém reparou na... diferença. Aí, fadista!...
Depois do brilharete em "Inglês Técnico", foi convidado para dar aulas na "Independente", e deu. Há testemunhos de gente que chorava, de tanta sapiência. Não sabia que não podia acumular. Toda a vaidade lhe ditava o espírito de missão: Governante, de dia, "Professor" à noite, e vice-versa, quando para aí acordava virado. Mais um percurso exemplar, um caso de sucesso e uma Nova Oportunidade. Se fosse em Inglaterra, já lhe tinham posto os trapinhos à porta. Aqui, continua a ajeitar o "édredon"."


O preço dos diplomas, na "Independente"


Agonia

Devido ao inesgotável génio de "We Have Kaos in the Garden"

Da Memória Colectiva

EXCLUSIVO, "BRAGANZA MOTHERS": MAIS UM FAX FRAUDULENTO POSTO A CIRCULAR NA NET!...


As "Licenciaturas" de Sócrates, deitadas no divã de Freud

Para mim, com uma Quarta Classe das antigas, puta nas horas vagas, e mulher-a-dias do Regime a tempo inteiro, foi com enorme orgulho que recebi, no I.S.P.A., uma Pós-Graduação em Psicanálise (4 dias, de 2 horas intensivas, que bem me saíram do corpo e da carteira...).
Fiquei a saber que, para Freud, os anos mais importantes da nossa vida eram os 5 primeiros, sobre os quais -- azar -- logo tombava uma cortina de sombras, que durava a vida inteira, exceptuados os sobressaltos e as recaídas no Inconsciente.
Estou agora a terminar uma tese de doutoramento, em que defendo que, bem mais importantes do que esses 5 anos da Infância são os 5 anos da Licenciatura. Esse, sim, é o tempo da verdadeira angústia.
É, pois, com a Dor de Sócrates que eu sofro: aquela Pós-Graduação de 4 dias fez-me saber o que pode ser o sentimento de inferioridade de um cavalheiro que quer galgar a todo o custo, e sabe não ser detentor de um canudo.
Há, em José Sócrates, um pouco de Harry Potter. Ele sabe mexer a varinha -- ou o varão -- e as coisas aparecem todas feitas. "Consta-se de que", mal seja apeado involuntariamente do Governo, já se está a preparar para a Beatificação. O
"Expresso" de hoje avança com o seu primeiro milagre: o de ter criado, do Nada, um Reitor.
Isso é uma coisa lindíssima, e acho que nem a Sãozinha, nem a Santa da Ladeira, nem a Irmã Lúcia, no tempo das suas melhores "performances", conseguiram tais feitos...
Nomear um Reitor é algo de bem mais profundo do que pôr um paralítico a andar, um cego a ver, ou o Mega Ferreira à frente do Centro Cultural de Belém.
Resta a matriz psicanalítica da coisa, e essa é o centro deste texto: até agora, nunca tinha percebido a raiva desmesurada contra certas classes da Sociedade Portuguesa, justamente, aquelas onde se congregam mais Licenciados, Médicos, Juristas e Professores.
Era, afinal, um problema psicanalítico, não o dos 5 primeiros anos de vida, mas o dos intermináveis 5 anos da sua "Licenciatura", em irremediável forma de Quasímodo
.

MBA


Declaração
Como colaborador do Braganzzzzza Mothers, subscrevo a Nota Edibloguetorial posted by Arrebenta, com a ressalva do meu reconhecimento e aceitação da existência de um MBA no currículo do cidadão José Sócrates.

Que mão agarrará nesta vassoura, e pela qual tão ansiosamente esperamos?...

By Semiramis

Declaração de Intenções

"1 - Confesso que fiquei com pena das olheiras e da voz trémula do Primeiro-Ministro na conferência da Fraunhofer, ou lá o que era. Daí que o meu lado soft - sim, eu aparento ser um bicho insensível, mas também tenho um lado soft - tenha vindo ao de cima: não exijo, nem espero, que o cidadão Sócrates apanhe cadeia por causa do que parece ter feito. Creio que a vergonha por que está a passar agora é castigo suficiente, e é também um exemplo, pelo menos, para os que procuraram subir na carreira servindo-se das mesmas artimanhas.
Admito, de boa fé (embora tudo me leve a não acreditar) que o único pecado do cidadão Sócrates - que difere das suas responsabilidades enquanto Primeiro-Ministro - possa ter sido o provincianismo de querer arrogar-se de um título que não possuía, aliado à ingenuidade que poderia fazê-lo sem ser descoberto. É condenável, é ridículo, e é especialmente desrespeitoso para com a "República das Bananas" a que actualmente preside, mas, infelizmente, enquadra-se perfeitamente na mentalidade do país.
Falo exclusivamente em meu nome, não no de mais ninguém. Este blogue, aliás, nunca foi um blogue de consenso: no entanto, neste momento, é visível que se transformou num blogue de campanha, aparentemente com Sócrates no papel de main target. Para os que chegaram há pouco tempo, não foi criado para esse efeito: já existia muito antes de se sonhar, sequer, com José Sócrates. Foi, a espaços, assumindo naturalmente esta forma, motivado, em primeiro lugar, pelas mentiras do Governo Sócrates & seus ministros; a sucessão de mentidos e desmentidos em relação a este processo da licenciatura e da Independente, aliado às suspeitas de controle da comunicação social, actuou depois como fuel para uma caldeira, que, de resto, já estava a ferver.

2 - Não conheço José Sócrates pessoalmente, nem tão pouco tenho interesse nisso. O problema é que o cidadão José Sócrates candidatou-se, e venceu, a eleição para a representação e direcção do País como Primeiro-Ministro. A sua candidatura e a sua vitória, ao contrário do que o próprio possa pensar, não serve para lhe enriquecer o currículo; acarreta a responsabilidade máxima de representar o seu país, e, aliada a essa, a ainda mais importante responsabilidade, directa, pela vida de milhões de pessoas que dele são cidadãs.
O cidadão José Sócrates, alheado dos seus títulos e cargos, tem tanto direito a errar como todos os outros. E basta olhar para o lado para se ver que há muita gente que erra. Errare Humanum Est. Mas o que ofende é ver que a lei não é igual para todos: há os que sofrem e a ela obedecem, e depois há outros, que levianamente a atropelam, porque podem. Não reconheço, nem a José Sócrates nem a ninguém, o direito de abusar do poder que lhe é conferido, umas vezes mais democraticamente do que outras.
Ainda que esteja inocente, assunto sobre o qual tenho - tal como muitos, face aos desenvolvimentos recentes - manifestas dúvidas, ou que "não seja ele o pior de todos", como se isso servisse de desculpa, gostaria de deixar uma coisa bem clara: o motivo desta "campanha" é superior à pessoa de Sócrates, que adquire importância única e exclusivamente por ser Primeiro-Ministro de todos os Portugueses, com os deveres que o desempenho de tal cargo acarreta. O problema não passa apenas por Sócrates, mas sim pelo véu descortinado pela investigação começada há muitos anos no
Do Portugal Profundo, que apresentou provas documentais impossíveis de reduzir a "boato", e que, com resistência inicial, acabou inevitavelmente alastrada a uma grande parte dos meios de comunicação oficiais.
Este "surto", chamemos-lhe assim, tornou objectivamente claro o que, de resto, já se conhecia à boca pequena: toda uma teia de interesses que vigorava e ainda vigora há muito neste país, onde a corrupção, a manipulação, o tráfico de influências e os negócios obscuros são reinantes. Se o exemplo vem de cima, não é de admirar que este cross-word puzzle seja construído na vertical: começa nos órgãos de poder, acaba no taxista que não passa facturas, e mete a propagaganda institucional mediática como "elemento apaziguador" pelo meio.
Corrijo-me: isto não é um blogue de campanha. É um blogue de denúncia. Para mim, o que está aqui verdadeiramente em causa é, senão a cura, pelo menos o diagnóstico oficial da doença que afecta o país, e que, como o seropositivo em negação, escondia sob a máscara do 25 de Abril. Se ainda queremos ter esperança de algum dia recuperar Portugal como país, é imperativo que, de uma vez por todas, seja feito o desmantelamento desta rede, desta doença, independentemente de incluir, ou não, o cidadão José Sócrates.
Eu jamais quereria ser Primeiro-Ministro, por ter consciência das responsabilidades que tal função acarreta. Mais, nem tão pouco me sinto apto. Ainda assim, como eleitor, não posso pactuar, num sistema dito democrático, com qualquer tipo de condescendência; sou, como de direito e dever, obrigatoriamente exigente para com as entidades que me representam.

3 - Sócrates não foi eleito por ser engenheiro civil. O que o motivou a candidatar-se? Fazer melhor pelo país? Independentemente da sua capacidade real para o fazer, este deveria sempre ser o intuito exclusivo de alguém que se candidate a qualquer cargo oficial, e não outro. Como explicar que alguém com essa responsabilidade tenha decidido "aproveitar" e enriquecer o currículo, sob o estatuto de trabalhador estudante? Lamento, mas penso que o currículo deve ser deixado para antes ou depois de um mandato, nunca durante. É a minha opinião.
Se Sócrates esconde um passado do qual não se orgulha, ou, pior, se se candidatou ao lugar para proveito pessoal, essa questão diz-me respeito, a mim, e a todos os portugueses. Mas estaria disposto a perdoar José Sócrates, a pessoa, se tivesse o mínimo de decência de se demitir, em vez de tentar emendar a situação com mais mentiras. Se não nos respeita a nós, essa "espécie de caluniadores", como sisificamente nos tenta fazer passar, pelo menos que respeite o País que, para todos os efeitos, representa. E que não faça uso desse respeito para limpar a sua imagem pessoal... O argumento da Presidência da União Europeia para deixar cair o caso, além de rídiculo, é profundamente ofensivo para a Democracia e para a Justiça portuguesa. Os fins justificam os meios? Para quem, afinal?

4 - O objectivo, pelo menos o meu, não é - nem nunca foi - substituir o boneco por outro de cor diferente. O que eu gostava mesmo era de ver o boneco substituido por um governante e representante, verdadeiro, do país. É possível? Será pedir muito? Ou mais vale desistir de tentar sair da matrix de Bilderberg, e comer e calar? Se isto é o ideal de cidadania, e se toda esta situação ficar impune, nada mais me resta fazer senão afirmar que não sou, nem nunca serei, um Ateniense...
Posto isto, regresso para o armário, de reencontro à minha condição de "caluniador" porno-nihilista e autista."
By Zlipax

A minha prova de Inglês Técnico

Aqui está a minha prova de Inglês Técnico, que também é sobre Lixo (neste caso, não-reciclável)

The (C)rime-Minister of Portugal!
(Exijo a publicação da pauta, com a nota desta cadeira, até ao final do dia)

No fundo, já começou


Dedicado ao Fado Alexandrino, que escreveu a fabulosa frase "quando uma mulher sonha, um construtor civil acorda..."


No fundo, toda a gente, tirando alguns casos patológicos e os leitões que ainda mamam directamente no Sistema, anda farta disto até à raiz dos cabelos.
O António, no "
Portugal Profundo", já conseguiu uma vitória, ao obrigar o Portal do Governo, onde está o "joker" sorridente da Nossa Senhora dos Duches, a alterar a indicação biográfica, "Engenheiro Civil", para "Licenciado em Engenharia Civil". Podem lá ir ver.
Parece que José Maria Martins quer saber o resto, e interpelou a Procuradoria-Geral da República para que investigue o processo.
Era uma boa pista: mostrar que o "Prime", tão perfeito e rigoroso, com as coisas dos... outros era, ele mesmo, uma reles fraude académica, um Bacharel de Coimbra, e mesmo assim, talvez só Deus soubesse como.
Homem com vergonha na cara, demitia-se. Era preciso que tivéssemos homem e... um resto de vergonha.
Rua.
A outra pista gloriosa, é, como toda a gente sabe, a Ota: refrendos, providências cautelares, abaixo-assinados. Investigação, a fundo, sobre os proprietários reais dos terrenos, e sobre as célebres "empresas" que ali representam alguém. Esses "alguéns", afinal, são quem?...
Rua.
Em vez de andarem a atirar areia para os olhos do pagode, para queimarem uns badamecos que toda a gente já sabe que estão queimados, há anos, há muitos anos, aos olhos de toda a gente, substituir o "Apito Dourado" por uma divulgação pública dos resultados das investigações das Secretas de Sócrates, ou seja, de como o bastardo criou uma nova P.I.D.E., nas nossas costas, exclusivamente a soldo de investigar o que lhe passar no horizonte dos caprichos.
Rua.
Lei da Incompatibilidade entre ter sido Governante e ir integrar os Conselhos de Administração das Empresas de Sucesso e das outras. Listagem completa das funções e salários que ex-governantes desempenham nas Bancas, Seguros e afins. Depois de publicada a lista: RUA.
Reabrir o "Casa Pia", impedindo providências cautelares, recursos e as tais medunças que toda a corrupta classe jurídica , que serve os interesses do Sistema, tão bem conhece. Ponham o "Casa Pia" no Tribunal Internacional de Haia, a pretexto de violação dos Direitos Humanos. Caíam que nem tordos, Políticos, Corja Jornalística, Juristas (!), Empresários de Sucesso e "Cultura". E, já agora, investiguem e publiquem a lista de nomes de quem vende e trafica armas, em Portugal, e as suas relações com o Poder: caíam os mesmos e ainda mais uns outros.
Rua.
Quanto ao Trambolho de Belém, que andou a fazer o ridículo choradinho da Nossa Senhora do Ó, das Energias Renováveis, lembrassem-lhe, nos tempos em que foi o todo-poderoso senhor de dez anos de chuva de ouro comunitária, como tornou Portugal totalmente dependente do Petróleo, destruindo a rede ferroviária, que ligava o Interior e o Litoral -- fazendo o mesmo que a badalhoca da Tatcher, com as mesmas reles origens, mas, por detrás, com a poderosíssima tradição industrial inglesa... -- e desbravando as célebres estradas assassinas, com uma camada de desgaste finíssima, para que um próximo milhafre da Construção Civil viesse depois fazer lucros, à pala da morte dos outros. Investiguem Entre-os-Rios, investiguem as relações entre cada Político e cada Construtor Civil.
Escreveu o Fado Alexandrino ontem, e muito bem, "quando uma mulher sonha, um construtor civil acorda..."
Atrever-me-ia a Pessoalizar ainda mais a coisa: quando uma puta sonha, um construtor civil aproxega-se, o projecto forja-se, os fundos desviam-se, os custos-a-mais multiplicam-se, o Poder Poítico integra-os, o "Deficit" cresce e o Monstro nasce".
Haja Ota.

Mais histórias (i)Morais



Leia aqui toda a história"

Descansem, nós estamos atentos!!!



Exactamente, o que é que pretendiam?

Nunca tal tinha visto..."

"Da Geologia das Licenciaturas"


Este texto é dedicado aos trabalhadores da Comunicação Social, que, ultimamente, muito nos têm visitado, facto que agradecemos, e que têm aqui suficiente matéria de investigação para fazer cair o Estado
Pronto, conforme me prometeram ontem, os Lindos Olhos de Mariano Gago já lançaram hoje, em "Diário da República", a permissão para que os alunos de qualquer Instituição de Ensino Superior possam pedir transição, em QUALQUER época do ano, de instituição que frequentam, para outra.
É justo, tínhamos discutido ontem a situação dos sem-abrigo da "Independente", e, se não for ao Partido Socialista cumprir alguns dos preceitos de justiça e acolchoamento social mínimo, que outro partido o fará?... Não garantir transição para os alunos da "Independente", depois da execução sumária dela, era tão injusto como tributar as reformas das velhinhas, aumentar o preço do pão, ou o dos medicamentos.
Já lhe telefonei a agradecer, é para isto que servem estes pequenos jantares de amigos, onde, tantas vezes, se decide o futuro do Mundo.
Em favor do Bem Público, atrevo-me também hoje, por ser Quinta-Feira Santa, a revelar algumas das páginas da minha Tese de Pós-Doutoramento, a decorrer no I.S.C.T.E., sob a orientação do Professor Doutor Paulo Pedroso.
O título do meu Pós-Doutoramento -- em primeira-mão -- é "Analogias e Discrepâncias sobre o Método Geológico de Concessão de Diplomas em Portugal, durante a segunda metade do Séc. XX".
Aqui ficam as linhas gerais, já que se trata, sobretudo, de tratamento de dados em "S.P.S.S.", embora com uma matriz estrutural que obedece aos princípios da Organização e Classificação correntes:
  • Licenciaturas do Pré-Câmbrico (anteriores ao 25 de Abril, e sempre na posse, salvo raras excepções, de filhos de "Alguém").
  • Licenciaturas Administrativas, resultado do saneamento de Docentes, durante o 25 de Abril. A nota era declarada de um lado do balcão da Secretaria, e logo anotada no Livro de Termos, do outro. Denominado "Período Valetudinense".
  • Licenciaturas do "P.R.E.C.", com lançamento, em pauta, não de nota, mas de resultados de votação, de braço no ar, de "Apto", ou "Não-Apto". Os mais aguerridos passavam primeiro, os menos, ficavam para o fim (Nota: este tipo de Diplomas deu lugar aos mais altos Cargos, nomeadamente Presidências de Comissões Europeias). É o chamado "Período Cherne-Maoense".
  • Licenciaturas compradas no balcão da Secretaria da Escola Secundária da Cidade Universitária (defronte do I.S.C.T.E., e, hoje, já extinta e demolida, por causa das tosses...) Este Período, chamado "Manequense", com Licenciaturas, lançamento de nome em pauta e Diplomas a 20 "contos", divide-se em três sub-períodos:
  • "Manequense Inferior", em que o "Manecas" ainda não tinha SIDA, e portanto gozava dos lucros.
  • "Manequense Médio", em que, já contaminado, era o irmão que beneficiava dos lucros. É o chamado Período Áureo, em que o maralhal, pela mão do "Tonico", frequentava o Clã de Isabel Câncio, e havia homens, dinheiro, e tudo aquilo que o dinheiro podia comprar, em fartazana, para todos/as. À porta da Escola da Cidade Universitária, os Ciganos vendiam os Exames que iam depois sair na Faculdade de Medicina.
  • "Manequense Final", em que a coisa estoirou, o "Manecas" morreu, o irmão teve de fugir para o Brasil, e as festas abrandaram.
  • Período Intermédio "Campo Santanense", em que os pais faziam bicha, defronte da Secretaria da Escola de Ciências Médias, para comprarem o Diploma de Médico para os filhos.
  • "Período Pulidense", em que houve Diplomados contemporâneos da passagem, pela Política, de Vasco Pulido Valente. Licenciaturas do "Gin-Tónico".
  • "Período Normalense", em que as pessoas foram MESMO obrigadas a frequentar e a concluir os Cursos.
  • "Período das Privadas", com todos os seus sub-períodos intermédios, em que o Dinheiro era forte aliado da Massa Cinzenta. Também conhecido pelo "Período das Omeletes sem Ovos".
  • Período da "Independente", lançada por Manuela Ferreira Leite, em que toda a gente que tinha pequenos defeitos académicos os podia ali corrigir. "Período Diamantense Angolar", na minha proposta terminológica.
  • "Período Opus Deiense", com Diplomas vindos da Complutense e de Navarra, e imediatamente acreditados em Portugal.
  • "Período Americanense", das Pós-Graduações "Light", em território americano.
    Período "Pós-Moderno", das lavagens e branqueamentos da Universidade "Moderna" ("Coisas horríveis, que metiam Mulheres, Droga e Armas...", nas palavras do Reitor Xexé)
  • "Período Lusófono", da Catedrática, Vice-Reitora, Clara Pinto-Correia, onde, os que já tinham o diploma de trás, resolveram abalançar-se aos Mestrados e Doutoramentos.
  • "Período Actual", ou "Corruptense Generalizado", em que tudo isto funcionava em perfeito silêncio e harmonia, até ter estoirado o Escândalo Sócrates.

Todos estes cavalheiros/as ocupam, hoje, os mais altos postos decisórios, quer no Meio Político, Industrial, Mercado de Trabalho, Cultural e afins.

(Nota de apreço aos que, como muito boa gente, se esforçaram para tirar os seus Cursos, fora destes métodos. Deles não foi, nem será, nunca, o Reyno dos Céus)"

Rigor e Contenção



Hoje, fui jantar com o Jorge Lacão, ao "Cosa Nostra". Somos amigos há longos anos, e achámos que era altura de pôr a escrita em dia.
Obviamente falámos de Sócrates e da "Independente". Ao fim da primeira garrafa de um vinho fantástico da Tosacana -- nem me lembro do nome, dizem que é o melhor vinho do Mundo -- ele foi directo ao assunto. Pronto, como democrata, reconhecia o direito à intervenção pessoal na Blogosfera, mas achava que, ultimamente, estávamos a exagerar. Em suma, estávamos a pôr em causa um bom governo, um excelente primeiro-ministro, e um país que estava em vias de se tornar uma potência europeia de primeira linha.
Pontos nos "is", ele queria saber quanto custava... acolchoarmos o nosso tom.
Disse-lhe que, por mim, não custava nada, era só ele pedir, e ficava tudo entre amigos. Também podia mandar um email ao António, do
"Portugal Profundo", e a coisa morria já aqui.
Lacão sabe que, no fundo, eu tenho uma profunda estima por Sócrates, e ambos quiseram, já por várias vezes, levar-me a inscrever no Partido, embora as minhas condições nunca tenham sido cumpridas: queria um Programa de Governo que me garantisse a elegância da Suíça, o grau de liberdade de expressão da Holanda, uma tradição cultural como a Francesa, e uma opinião pública com a maturidade da Inglesa. Economicamente, para já, chegava-me que déssemos um salto à espanhola, embora sonhasse com as democracias avançadas nórdicas.
Continuamos à espera: eu, do Programa; ele, da minha ficha de inscrição no Partido.
A verdade é que ele me deu algumas contrapartidas para não voltar a escrafunchar, aqui, no assunto da "Independente", mas prometi não revelá-las.
Acontece que, como por acaso, estava a jantar, na mesa ao lado, o Luiz, aquele que tem o Mercedes Prateado, e é do tempo das licenciaturas compradas na Secretaria da Escola Secundária da Cidade Universitária, e costuma continuar a "atacar" nas ruínas da dita cuja.
Embora nos detestemos, lá nos cumprimentámos, ele, a estranhar o sinal da cara que o Lacão mandou tirar -- houve uma fase, a chamada Crise Pedroso, em que no P.S. houve uma certa necessidade de fazer desaparecer certos sinais característicos do corpo, mas, felizmente, já passou. Lacão ficava mais "sexy" com a manchinha negra na cara, como Pedroso com os sinais da coxa e da barriga, referidos no "Casa Pia".
Conversa, puxa conversa, perguntei-lhe se o "Manecas" ainda era vivo... É claro que, não o bichinho" já o tinha levado, e o irmão, no Brasil, para onde tinha fugido por causa das vendas das licenciaturas, também já não estava neste mundo...
É horrível a sensação de se ter fechado uma fase crucial da nossa História. Como iremos contar aos nosso vindouros que houve uma fase cronológica da Contemporaneidade Portuguesa onde era possível comprar diplomas, ao balcão de uma Escola Secundária, bem perto da Cidade Universitária?...
Dirão vocês que isso deu de comer a muita gente, e deu. Fernanda Câncio, mais avisada e cautelosa, com a autoridade que lhe dá o jornalismo isento, diria que todos nós precisávamos de vestir a bata branca, e voltar ao hospício, como, aliás, já disse.
O problema é que o hospício é Portugal, e há muita gente de bata branca, médicos, sobretudo, que ali compraram os cursos. Ali, e na célebre secretaria da Faculdade de Medicina do Campo de Santana, onde faziam bicha, pais e filhos, antes de aquilo abrir, para poderem aceder rapidamente ao forjamento das pautas, diplomas e livros de termos. Era uma espécie de Urgência de um Hospital de subúrbio, mas regida pela urgência de outras necessidades: ou se comprava o curso ali, ou podia ser que depois o negócio fechasse, como depois fechou. Pontos comprados nos ciganos, para fazer as cadeiras terminais do Curso de Medicina, isto para os pobres, e com alguma massa cinzenta; para os mais ricos, e burros, que não tinham tempo de preparar as respostas em casa, 20 contos, para lançamento de notas em pauta, livro de termos e diploma certificado.
Gostaria de ver o Vasco Pulido Valente pronunciar-se sobre este tema, que foi tema da sua contemporaneidade.
O Luiz só me dizia, aquilo foi terrível, o outro ia sendo preso, o irmão do "Manecas" teve de fugir, e até o nome do Ministro ficou em causa, mas graças a Deus que tudo ficou abafado, hoje, na Casa dos 50, 60, já são todos médicos, advogados, engenheiros, ingressaram na Política, dominaram as Câmaras e estão todas nas Administrações das empresas-chave. Graças a Deus, como na "Independente", tudo se vai resolver a bem: um desabafo do Bettencourt Resendes, um
desmentido dos Assessores de Imagem do Engenheiro Sócrates, e, de aqui a um mês, já ninguém se lembrará de nada...


Aqui, subitamente, apeteceu-me, passar da ficção para a realidade e vir lançar, neste espaço, um apelo: de todos os nossos leitores haverá quem se lembre, ou conheça quem se lembre, das minúcias desta história: a partir de hoje, todos os contributos, esquemas, percursos e nomes serão bem vindos às nossas caixas de comentários. Com os contributos, far-se-á um excelente "post", que talvez obrigue a rever a História Portuguesa dos últimos 30 Anos, e faça cair muito mais gente do que um ridículo e menos dotado Fantoche de Bilderberg.
Aqui ficamos à espera.
Muito obrigado.

DA REPÚBLICA

Não me é simpática a ideia do anonimato. Na blogosfera ele floresce como cogumelos venenosos. Todavia, quando leio muita da javardice que eminências do jornalismo e da nossa risível "academia" escrevem ou debitam nos mais diversos media, percebo melhor a emergência da famosa "maioria silenciosa". Essa "maioria" pode oscilar entre o puro escarro e o sublime. Depois das peripécias dos últimos dias e semanas - com origem bem clara na blogosfera e, depois, num jornal em quem ninguém pegou para depois se tornar o tema "puta da República à portuguesa" - a blogosfera acedeu a um patamar inesperado para o regime e do qual dificilmente já sairá. Isto porque os media tradicionais - quase todos dirigidos, apascentados e comandados à distância pelo dito regime - "vivem" de transformar "questões duras" em "questões moles", e vice-versa. É, uma vez mais, "a puta da República" a funcionar. A pergunta feita um dia por Pacheco Pereira em um outro contexto - "o que é que comunica a comunicação social?" - nunca fez tanto sentido neste Portugal de pequeninos do ano de 2007. Por isso, e apesar da acumulação de jornais com quase uma semana, fenece-me a vontade de os ler porque deixei de ter paciência para "mais do mesmo". Não me apetece encontrar a "linha da beleza marico-poética" lá onde devia estar escrito a bold o nome da vergonha "democrática". Mete-me nojo o sem-razão de tanto "opinador" do regime com direito a fotografia e a esclerose retórica que já contamina alguma blogosfera mais afoita e doce. Não suporto o "encanar a perna à rã" dos cortesãos dependentes. Perdi o respeito pela democracia portuguesa porque ela não se sabe dar ao respeito. Só me preocupo com os direitos humanos - todos - e a democracia, malgré elle e nessa matéria, não me dá garantias nenhumas de ser "mais respeitosa" do que outra coisa qualquer. Não é ela que tem a culpa, nem os seus founding fathers, os da Europa e os dos EUA. São aqueles a quem colámos - pelo voto - a labita de democratas. A maior parte nunca o foi ou julga que o é apenas por exibir um cartão de partido ou por estar montada numa sinecura. A duplicidade e a cumplicidade dentro do mesmo regime, mata a pureza da democracia como quem recorre a um bordel porque já não suporta "virgens". E ninguém escapa a esta sinistra perversão. Eis como, bruscamente numa primavera qualquer, a República pode passar de respeitosa a puta.
Nota: "Edição" simultânea na Grande Loja e no Portugal dos Pequeninos.

By João Gonçalves


Blogs, Perigo Público

"Vicente Jorge Silva não precisa de apresentação.
É, simplesmente, o maior representante em Portugal das regiões autónomas.
Já foi tudo.
Director de jornal, deputado e agora escreve umas crónicas no Diário de Notícias.
Penso eu de que deve também ter a carteira de jornalista e se assim for breve vai ter que fazer exame perante o senhor Ministro que vai indicar quem faz jornalismo de sarjeta e quem pode frequentar os corredores do poder e do sucesso.
Hoje na sua crónica, todo tremeliques, escreve que “Muito antes do descalabro da Universidade Independente e das notícias dos jornais, já o currículo de Sócrates era maldosamente referido na blogosfera, essa outra praga moderna que escapa ao controlo dos poderes públicos”.Vejam só, isto não pode continuar.
Fulanos que não passaram pela Universidade Independente, que não têm a carteirinha do Sindicato e que vêm para a blogosfera escrever coisas que, antigamente, (ai era tão bom), só os senhores jornalistas podiam não-escrever.
E depois, lá tem os verdadeiros fazedores das notícias de se dar à maçada de escrever sobre coisas que ninguém devia conhecer porque como dizia o outro “ a vossa política é o trabalho”.
O senhor doutor Vicente Jorge Silva, para azar nosso, vive, adormecido, num mundo descrito numa frase de Iris Murdoch:
We live in a fantasy world, a world of illusion. The great task in life is to find reality
Era uma boa altura de acordar."

Duas Pautas, ou Duas Putas?...







Actualização do estado de autenticidade do Certificado de José Sócrates entregue na Câmara Municipal da Covilhã




Nesta altura convém fazer o ponto da situação, para ninguém se perder:

O certificado entregue na Covilhã, afinal - quanto às datas -, não está certo... e o seu conteúdo, também está errado!!!


By PunctumcontraPunctum

Sócrates e a "Wikipédia" - Pela sombra, o pequeno salazar já passou de engenheiro a político


"Numa simples semana, o filho dilecto de Vilar de Maçada e filho da .... de todos os Portugueses que foram enganados por ele, já passou de "Engenheiro" a "Político"...
Deus vela, e, quando Deus vela, a
"Wikipédia" nasce..."



by Amélia Gay Cu-Lasso

Diário de uma Câncio de Quarto



A Cesaltina, a minha empregada, saiu hoje daqui, a caminho da sua Páscoa. Tem mais sorte do que eu, que vou passar a Páscoa enfiado em coisas transfinitas.
A Cesaltina é muito bem educada, nunca fala do que se passa, numa casa, noutra.
Hoje, pela primeira vez, disse-me que trabalhava para um senhor das Informações da S.I.C. Lembrei-me logo daquele Deputado do P.S.D. que tinha afirmado, em plena Televisão, que José Sócrates telefonava "furibundo" para casa dos Directores, a dizer que a sua Licenciatura era uma "não-notícia",
Cesaltina,
perguntei eu,
por acaso houve algum telefonema estranho na casa do seu outro patrão?...,
e ela, pálida, houve, sim, sr. dr., era uma voz estranha, que gritava muito, do outro lado, o meu patrão ficou muito pálido, e só dizia, "esteja vòchelência descansado, pois, vòchelência tem toda a razão...",
e eu,
mas era homem ou mulher?...,
e ela,
ai, sr. dr., sabe quando as gatas estão aluadas?... Era uma coisa estranha, parecia lá muito no alto, mas depois caía para baixo, e parecia que estava engasgada, como o ruído dos ralos da banheira, no fim do esvaziamento, e depois gemia, e voltava a guinchar lá, em cima, numa espécie de pessoa na Hora da Morte, deus me perdoe...
(Neste momento, foi a minha cultura, enfim, natural, que entrou em colisão com a inexistência de licenciatura "independente" da minha doméstica: tudo na sua descrição, me fazia lembrar a voz de Natália de Andrade, a interpretar a Ária da "Rainha da Noite", na "Flauta Mágica"),
e eu,
sabe, por acaso, quem estava ao telefone?...,
e ela encostou-me os seus lábios bigodudos ao ouvido, e sussurou:
... era o Sr. Primeiro-Ministro...
Era, de facto o Sr. Primeiro-Ministro, como depois a SIC comprovou, a dizer que a história da sua "Licenciatura" era uma não-notícia, e até era. Era um Fragmento de Parménides, em toda a sua opulência, uma não-notícia, um não-licenciado, um não-acreditável, um não-possível-de-sustentar-muito-mais-tempo, um não-país, um não-ser, um NÃO rotundo de toda a Opinião Pública Portuguesa.

Correio da Lola - A Banca dos Canudos da "Independente"

"Querida Lola:
Sou empregada de limpezas na "Fertagus". Todos os dias vou ao monitor da "Refer" ler o vosso blogue. Ando muito angustiada, tenho um filho na "Independente", que já é repetente há 3 anos, e não sei o que se passa. Ele vinha do Secundário com média de 20. Os colegas coitados, valha-me deus, não é ser racista, que nosso prédio até só moram pretos, entraram ao mesmo tempo do que ele, e nesses 3 anos já fizeram Mestrados e Doutoramentos. O meu Adelino não consegue passar em Teoria Política I, diz que é um horror, a professora vai sempre nua para as aulas, e ele, que é tímido, fica na fila de trás, enquanto os Angolanos vão todos para a frente. Parece, deus me perdoe, que lhe apalpam as mamas, e tudo, na aula, e depois passam, e ele não... Eu sou uma pobre mulher, que me levanto às 4 da manhã, para pegar às 6, em Sete Rios, e tudo o que eu ganho vai para o curso deste meu filho, e ele não avança. O que devo eu fazer?...
(Leocádia de Jesus, Arneiro da Portela de Sintra)

Querida Leocádia:

Já deve ter verificado que eu tenho aqui um consultório sentimental, nada que se pareça com uma banqueta de cambalachos de canudos de P.A.L.O.P.s. Eu acho que o seu filho, se não levar a mal, é mas é parvo. Essa coisa de vir com 20 do Secundário já me cheira mal, agora ir para uma aula e não apalpar as mamas à professora, isso, si, acho altamente anti-pedagógico. O que irão pensar os estrangeiros, que vêm acelerar o canudo na "Independente", de um Portuguesinho, que é incapaz de jogar as mãos aos bicos de uma Catedrática de Teoria Política?... Vão para lá para fora dizer que a célebre teoria do mangalho africano é verdadeira!... Querida, isto é aproveitar a maré, ou ele começa à cotovelada, e fica ao pé dos Angolanos, na primeira fila, para deitar uma mãozinha que seja aos "airbags" da docente, ou então, mas isto é mais um conselho de amiga: mande o assunto para o Partido Nacional Renovador, não só é constitucional, como até está a começar a dar. A terceira via, para a qual me inclino, é que o seu Adelino tenha tirado 20 no Secundário, a jogar a mão aos tomates de algum professor, e, portanto, não goste muito de espanholadas, à "Independente". Aí, só lhe antevejo um radioso futuro: gay, repetente e ariano... rapidamente chega a Primeiro-Ministro, é só esperar que o Sócrates caia na rua.
Kisses."

A "Independente" pelo "Expresso" ou, Nunca digas desta água não beberei...


"Diz o Expresso que ao longo de duas semanas contactou diversas entidades no sentido de ver respondidas e esclarecidas as seguintes questões:


"(...)1. Quantas inspecções foram feitas à Uni pelos serviços do MCTES? E quais os resultados?


2. Houve anteriores processos desencadeados contra a Universidade Independente? Quantos e porquê?


3. Existem queixas apresentadas contra a Uni junto desse Ministério? Quantas e por quem?


4. Qual é a lista dos docentes relativa ao curso de engenharia civil entre os anos 1994-1997 que foi apresentada ao MCTES de acordo com as obrigações previstas na lei?


5. Que disciplinas eram ministradas por cada um dos docentes?


6. Os serviços do MCTES receberam alguma informação documental sobre a licenciatura do senhor primeiro-ministro? Em caso afirmativo, pode o Expresso ter acesso a ela?(...)"Acrescenta o Expresso que nenhuma entidade aceitou fazer tal esclarecimento. O próprio Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, após ter sido contactado no dia 29 de Março, respondeu que não o podia fazer por falta de tempo.Apesar de as perguntas se revelarem pertinentes, tenho receio que a tónica, agora dada pelo Expresso, esteja sobretudo a colocar-se na incapacidade dos serviços controlarem e regularem o sistema. As perguntas parecem desviar a atenção de um eventual ilícito cometido, para uma via perigosa, que é, poder descobrir-se, que tudo não passou de um erro passível de ser assumido por qualquer secretária, técnico estagiário, administrativo, ou até, pelo rapaz da informática. É isso, vão ver que a culpa é, de novo, do rapaz da informática.Há, sobretudo, uma questão que não vejo suficientemente divulgada: o desaparecimento dos documentos originais, vulgo, "livros de termos", onde deverão estar registados os resultados das avaliações de todos os alunos. Este facto sim, deveria merecer de todos os órgãos de comunicação especial atenção. Mas não senhor. Importa mais, saber quem está preso, mostrar o arrombamento da porta do gabinete do reitor, a indignação de um advogado à saída do DIAP.


Ou seja, "o filme".


Mas o que mais me espanta, é descobrir "o interesse do Expresso pelo caso", quando ainda há uma semana, Nicolau Santos, Director-Adjunto deste semanário, muito opinava dizendo que "o 'Público' dá a um assunto onde não tira nenhuma conclusão taxativa, género «Sócrates não é licenciado e comprou o diploma», deixam mossa e dão guarida às insinuações que, com base ou não, proliferam na blogosfera."Ora, o Expresso não parece ter obtido, qualitativamente falando, melhores resultados. Dito de outra forma, não chegou a qualquer conclusão, de sim ou não, e também, não deixou de dar "guarida às insinuações que, com base ou não, proliferam na blogosfera" (a que eu, Punctum, chamaria de informação bem mais avisada, e sobretudo, mais livre).

Continuem, continuem, vão no bom caminho! ...

Um dia, lá chegarão...


Post Scriptum


1. Foi António Balbino Caldeira, Do Portugal Profundo, quem facultou ao Expresso o Dossier Sócrates: ISEC, ISEL, equivalências, Independente, ENSP, engenheiro, domingo, etc.Apesar disso, não houve na edição de hoje, qualquer referência à fonte ou mesmo, indicação do URL.





3. Nova Versão do Currículo de José Sócrates segundo o seu próprio gabinete:- Bacharelato em Engenharia pelo ISEC,- Licenciatura em Engenharia Civil pela Universidade Independente, com frequência também no ISEL,- Pós-graduação com MBA em gestão de empresas pelo ISCTE.







Feliz Dia das Mentiras



"Sabe? Eu gostava de fazer uma festa numa dessas suas narinas, chamavamos-lhe "A Festa do Canudo Independente", cada um trazia o seu cabo-verdiano e dançávamos kizomba, agarradinhos, enquanto um terceiro indivíduo, forrado a velcro, recitava em voz baixinha o manual de análise de estruturas de betão e vigas metálicas III, assim quase num sussurro, enquanto nos afagava a todos as partes baixas; e você, de cravo a rasgar-lhe o sorriso e elevado pelos seus assessorais saltos altos, levitava esvoaçante, espampanante, no holofote que a seguiria a todo o lado, limpando com as costas da mão uma pinga de suor que lhe caia da testa, quiçá do esforço - assim mostrar-se humana! - colocar um pé e o outro, com delicadeza mas vigor, assim como quem espezinha com um sorriso e o aval do espezinhado, o pavimento rectangular acinzentado da discoteca "Liberdade", com a multidão, essencialmente masculina - muito embora alguns membros deixassem algumas dúvidas - a aplaudi-la e a tentar não ser demasiado óbvia ao deixar a saliva escorrer pelos maxilares impecavelmente barbeados.
E você, consciente do poderio das suas curvas, irradiava como uma central de energia solar em Serpa, flirtando por todo o lado, piscando o olho a este, mostrando um glorioso canino ao outro, fazer-se como Galadriel, Senhora da Anilha, "To be Queen, Beautiful and Terrible, and All shall Love me and Dispair!". E eu, tal como estou, só que com menos roupa, arrastava-me atrás do rasto de viscosidade que espalhava pelo "dance floor", sentindo no meu peito um amor profundo, tentando beijar-lhe os tacões dos sapatos e oferecendo uma gaveta de cuecas e meias em troca da posse da minha vida: "Senhora, levai todas as minhas posses e aceitai este escravo, que mais não vos pode dar do que a sua mísera roupa interior". E sim, abriria a boca para que pudesse lá apagar o seu cigarro, e ouviria, demonstrando interesse, as suas histórias dos tempos da residência de estudantes, quando andava na Universidade.Depois, a festa continuava em Caxias: eu, arrastando-me, a senhora, o Arouca, o Verde, o Vara, faríamos um re-run do Prison Break, e você, com os seus dotes de Engenheiria, arquitectava um plano fantástico de cavar um túnel por baixo da sanita, não porque quisesse efectivamente tirar-nos de lá, mas porque era justamente naquela canalização que estavam as suas pautas da Independente e, quem sabe, aquele dildo verde-alface que tinha deixado cair aos 12 anos, e que nunca mais tinha encontrado desde que o Tony o levava de visita às cadeias, depois de parar em Oeiras;Boas recordações partilhávamos então, e não só, claro, tudo isto enquanto estávamos vestidos de coelhos gigantes e dançávamos num strip-pole, de vestido vermelho com debruados na zona do peito e lantejoulas nas pontas, deixando à mostra os pêlos do peito, que volta e meia viria, brincalhona, puxar, causando um trejeito de dor, mais pela surpresa do gesto, que logo passava e se derretia com um seu sorriso pestanejante...Senhora, como nos iríamos divertir!... Chegada ao fim, vencidos pelo cansaço, despedir-nos-íamos então, ainda em ambiente de festa, sem melancolia, com um sorriso, um carinho, um afago, e um doce segredar ao ouvido um do outro: "We'll always have Caxias"... e, ao regressar ao covil de onde saíra, a cada passada lembrar-me do seu sorriso, que guardaria como um sonho, bem distante, e que me aqueceria o coração durante as próximas 50 gerações, enquanto assobiava "Oh it's such a perfect day" do Lou Reed, e tirava restos de cotão do rego...

Ah, ao menos se a vida fosse...!"


By Zlipax

QUE PRODUTIVOS...

"São que nem abelhinhas a trabalhar...
Sabe-se (via jornal "O Público") que a data de conclusão da licenciatura de José Socrates foi 8 de Setembro de 1996."A data de conclusão de uma licenciatura é a da conclusão da última disciplina dessa licenciatura, portanto, data coincidente com um dia de exame (no qual o examinado, obviamente, foi aprovado). Ora, estranhamente, o dia 8 de Setembro foi Domingo."
(comentário de um leitor do Portugal Profundo)
Confirme aqui a data.
Coitado!... Como o seu aniversário é a 6 de Setembro, dois dias antes do seu último exame, deve-o ter aproveitado para estudar. Se calhar até fez umas directas..."

O MILAGRE DAS EQUIVALÊNCIAS

Leia AQUI, como se faziam as equivalências do Sócrates...

The Very Last Hours of "Independente"



Olhando para o meu "Burberry", faltam exactamente 22 horas e 5 minutos para a Universidade Independente fechar as suas portas.
Escrevo, pois, aqui, com a dor de um condenado do Corredor da Morte.
Como Poeta, é verdade que gostaria de saber o último desejo dessa gloriosa instituição.
Talvez, como Saddam Hussein, berrasse, "Go to Hell!...", talvez, romanticamente desejasse nunca ter nascido; talvez, estoicamente, como o Lino, das Obras Feitas, acreditasse num milagre do Último Segundo; talvez, pragmática, gostasse, depois de cremada e transformada num cenotáfio, ter, como lápide, as suas notas mais gloriosas, quais Tábuas da Lei, e falo aqui das classificações das Cadeiras nela honrosamente cursadas por José Sócrates: tudo altas notas, e a altas velocidades, como aquele T.G.V. Francês, que, mais uma vez nos veio relembrar a perpétua Cauda da Europa em que permanecemos.
Ao pé do monumento, cada qual, entre intermináveis lágrimas e flores na mão, por lá passarão os que por lá deambularam, entre Docentes e Acelerados,
"Armando Vara, também socialista, que lá concluiu o Curso de Relações Internacionais, três dias antes de ser nomeado para a Administração da Caixa Geral de Depósitos. Pelo Centro de Estudos de Televisão, dirigido por Emídio Rangel, nomes como José Alberto Carvalho, Ana Sousa Dias, Catarina Furtado, Margarida Marante, Júlia Pinheiro, Teresa Guilherme, Manuel Luís Goucha e Baptista-Bastos. A modelo Bárbara Elias, a ex-miss Portugal Fernanda Silva e o cantor Axel, que também passaram pelas cadeiras da UnI, como estudantes do curso de Ciências da Comunicação. O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Rui Nobre Gonçalves, que lá deu aulas, tal como o assessor do ministro da Saúde, Miguel Vieira. Os nomes de Alberto João Jardim, Joaquim Letria ou Filipe La Féria, que também também estiveram ligados à Universidade Independente, como professores", e obviamente, o demitido Narciso, justamente, quando estava a terminar a SUA Licenciatura...
Olhando para isto, fica-se com uma sensação, sei lá, muito séc. XVIII, muito... Casanova, muito "Hameau de la Reine". Afinal, a "Independente" era uma nobre casa, onde muy nobres gentes iam pôr, e retirar, alguns "Grains de Beauté", para que os seus gentis fácies melhor corressem no enorme Palco das Vaidades do tempo presente.
(Há uma segunda série, a dos P.A.L.O.P.s, mas o pudor leva-me a ignorá-la, pois prefiro os perfumes da Lamballe e da Polignac às Catingas do Bié...)
Por último, uma palavra de carinho para Fernanda Câncio, que, ao contrário dos outros, que queriam acelerar habilitações e percursos de vida, luta, desesperadamente, para que não apaguem a sua entrada na
"Wikipédia". Acho injusto, para uma mulher de vida tão vasta e rica, que os seus longos pergaminhos possam ser delidos em 6 dias.
Para todos efeitos, sempre é matéria de sorte: ao contrário da "Independente", a Lógica do Corredor da Morte deu-lhe uma folga de mais 6 dias.
É só saber vivê-los, moça!...

Favorecimento!?... Nah!... "Home Schooling"


"Sol: Direcção da UnI apresenta amanhã os documentos
Sócrates foi aprovado com trabalho de Inglês feito em casa

Por Graça Rosendo e Felícia Cabrita

José Sócrates terá feito a cadeira de Inglês Técnico ­– uma das cinco que realizou na Universidade Independente para concluir a licenciatura em Engenharia Civil – através de um pequeno trabalho entregue numa folha A4, que fez chegar ao reitor acompanhado de um cartão do seu gabinete de secretário de Estado.
O cartão e a folha A4 foram encontrados no processo do aluno José Sócrates pela nova equipa que está à frente da Universidade Independente.
O SOL apurou que está previsto estes dois documentos serem apresentados durante a anunciada conferência de imprensa da nova direcção, com a indicação de que o dossiê escolar de Sócrates, nesta cadeira, não contém qualquer outro elemento de avaliação.
Um destes documentos é, então, um cartão de José Sócrates (subscrito enquanto secretário de Estado adjunto do ministro do Ambiente e que tem o timbre do seu gabinete), em que este escreveu, pelo seu punho: «Meu caro, como combinado aqui vai o texto para a minha cadeira de Inglês».
Agrafada a este cartão, está uma folha A4, com um pequeno texto em inglês, que corresponderá à resposta a menos de uma dezena de alíneas.
Segundo apurou o SOL, este «trabalho para a cadeira de Inglês» é o único documento escolar de Sócrates desta cadeira e terá servido para concluir a sua avaliação final a Inglês Técnico.
(LOL, realce meu)
Contactado, o gabinete do primeiro-ministro informa que, a haver comentários ao caso, ficarão para depois da conferência de imprensa da UnI.
A conferência de imprensa, que estava marcada para hoje às 18h foi entretanto adiada para amanhã, quarta-feira.
Ontem, a direcção da UnI prometeu revelações importantes na investigação empreendida pela Universidade ao processo do aluno José Sócrates.


Veja tudo, AQUI"

Estamos de Parabéns, Portugal volta a funcionar!...


Pronto, alguém que o ama decidiu mesmo começar a investigação, e chapar, no "Público" com as primeiras conclusões.
Vêm aí, os preliminares, queridos!...
Nem vale a pena falar de outro asssunto aqui, nem sequer vou referir a importância do trabalho dos blogues nisso: "Ça va de soi"
Parabéns,
António, parabéns "Braganza Mothers".
Ontem, na Assembleia, já a voz de porcelana lhe tremelicava, do alto dos saltos altos, quando o David do P.S.D. a toureava com a Ota.
Toda a gente sabe que ela é uma "Mulher" à Beira de um Ataque de Ota.
Hoje, dão-lhe um tiro nos Saltos Altos, e põem-lhe em causa aquilo que
é -- para lá da virilidade, suponho, senão não apregoava por toda a parte que namorava com uma mulher, como se isso não fosse uma evidência estatística... -- a Vaidade.
Uma mulher daquelas, no país dos Doutores, tinha de ser licenciada, pelo menos, para ser tratada por "Doutor", "Major", "Mister" -- essa do Mister é das coisas mais carinhosas que eu já ouvi, no Futebol...
Parece que a Licenciatura dela são um punhado de papéis mal enjorcados, e com a fachada calcinada.
Licenciada pelos Manuscritos do Mar Morto.
Mas, para mim, que sou um coração de ouro, já chorei hoje, acreditem, lágrimas sinceras, pelas palavras contidas naquele fax dirigido ao Mestre: "Caro Professor, aqui lhe mando os dois decretos (o de 1995 fundamentalmente) responsáveis pelo meu actual desconsolo."
O que eu chorei hoje, sobretudo 12 anos passados.,
Felizmente que para tais "desconsolos" estão as "sex-shops" com as prateleiras cheias de veneráveis calibres.

Alice no país das Otas, ou da Confiança Venérea

Quando lançámos aqui a ideia para as "10 Melhores Ideias para pôr estes gajos o mais depressa fora daqui", nós a escumalha literária e intelectual da Aldeia Global, os autores da Blogosfera, nunca pensámos que toda a gente estivesse tão ávida do facto.

O Fantoche de Bilderberg está muito doente, e eu tenho pena das pessoas doentes: ainda ontem, estava a pensar nele, e escrevi um cartãozinho, a pedir uma consulta urgente, num daqueles S.A.P.s que ele quer fechar. Se se despachar, ainda se cura, mas duvido.
Então, e a notícia, neste vertiginoso mundo, já tem barbas, mas não deixa de ser significativa. Passámos meses, aqui, e em todos os sítios da Blogosfera, onde se pensa, a dizer que o problema do Deficit do Estado não eram as Empregadas de Limpeza, nem as Auxiliares de Segunda Classe, mas a CORJA, que estava instalada, pelo critério da CONFIANÇA VENÉREA, nos Gabinetes.

O Tribunal de Contas, órgão marxista-leninista, com laivos neo-maoístas, portanto... duvidoso (o farmacêutico João Gonçalves ainda não lhe deve ter aberto a entrada na "Wikipédia") veio dizer que os últimos Três Governos gastaram em Gabinetes, Consultas e Sacos Azuis, o equivalente a 4 Otas, ora, se pensarmos que esses 3 últimos Governos representaram, mais coisa, menos coisa, um miserável período de 5 anos, os chamados "Anos da Tanga", imagine-se quantas Otas não foram construídas em outros períodos, nomeadamente aquele em que o Vacão de Boliqueime governava com 3 Orçamentos.
Portugal está, hoje, coberto de Otas.
Portugal é uma imensa pista de aterragem, mal construída, e onde uns levantam e aterram, e a maioria nunca sai da cepa-torta.
A minha proposta é que se regresse aos métodos tradicionais, e lhe -- Sócrates -- ponham, JÁ, um par de patins: as pistas de aterragem serem foram óptimas para patinar.
Bilderberg, mande-nos o próximo, por favor!...

Hoje jantei com os lindos olhos de Mariano Gago e discutimos o fim da "Independente"


Mariano Gago convidou-me hoje, para o nosso tradicional Jantar de Páscoa. Amanhã é tolerância de ponto na Função Pública, e sei quanto lhe vai custar, entrar pelo Palácio das Laranjeiras dentro, aquele som do "tac", "tac", "tac" no soalho envelhecido, nem um porteiro para o receber, nem um assessor, nem uma secretária, ele, sózinho, com o fundo garrafal dos seus óculos, a sentar-se, numa semi-penumbra, para assinar o epitáfio da Universidade "Independente".
Deus quis, a
Ferreira Leite sonhou, o Cavaco anuiu, os diamantes de Angola pagaram, e o Gago enterrou.

Hoje, não me apetecia nada aquela treta do Pâté de Andorinha, mas ele adora, diz sempre que não é uma andorinha que traz a Primavera, aliás, citando Aristóteles, e que não vai ser o encerramento de uma Privada que arrastará o encerramento de todas. Aí, eu, que até nem sei assobiar, comecei a assobiar para o ar um tema muito antigo, do tempo do meu pai, "A Mula da Cooperativa, ai, a Mula da Cooperativa, ai, deu três coices, etc...", e depois fiquei muito corado, porque o restaurante estava cheio de Assessores, todos licenciados nas Privadas, alguns já Mestres, e bastantes quase Doutores, médias altas e a ganharem tanto como eu, enfim, gente de bem, e eu a dar ali escândalo...
Enquanto acabávamos o "João Pires" -- 2ª Garrafa -- ele olhou discretamente para o relógio,
e eu, está quase, não é?...,
e ele,
... pois...

Era a fatídica Quinta-Feira Santa da decisão, que se aproximava, com o rodar daqueles ponteiros caros, na direcção da Meia-Noite.

Então, "Suddenly First Sound", a Cúpula de Santa Engrácia começou a dar as 12 badaladas, e, de cada vez que uma soava, os seus lindos olhos contemplavam os meus, pobre olhos de tísico, acho que, "ambos os dois" a ver quem se transformava primeiro em abóbora...
Confesso -- mas deve ser freudiano -- sempre considerei Mariano Gago o Sapo Encantado da minha vida, os óculos, a mente maquiavélica, conselheira de Maria de Lurdes Rodrigues, o magnífico clavicórdio que tem por detrás dos lábios grossos, e, à medida que o dia seguinte começava, mais sentia eu aquela pulsão, aquela afinidade electiva que me dizia que estava, perante mim, o homem involuntário que ia abrir a Boceta de Pandora do Fim do Socratismo.
Estávamos nós nisto, no ver que não ver quem se transformava primeiro em abóbora, toca-lhe o Nokia, e ele, pálido, a ouvir uns gritos estridentes, andróginos, do outro lado, nos quais, imediatamente, apesar de ser surdo como Beethoven, reconheci o timbre cuidado da voz do nosso futuro ex-Primeiro-Ministro.
Era Sócrates, a cantar-lhe a "Marselhesa" aos ouvidos.
Desligou,
e eu,
e então?...
E aproximei-lhe o Santo Graal da mão,
toma bebe, Judas não está aqui, graças a Deus,
e ele,
Pai por que me abandonaste?...,
e eu,
está, então, tudo consumado?...

Eli, Eli, Sabacthani!...

(Cruzes, canhoto, um toque novo da Vodafone!...)

E chorou, juro-vos, defronte dos meus olhos, choraram os lindos olhos de Mariano Gago.
Até a garganta se me aperta, só de vos escrever isto, juro...

O Problema de Bilderberg


"Na entrevista que deu à RTP, José Sócrates esgotou o seu tempo de antena para passar borras de carvão sobre a nódoa que manchava o seu passado académico. À época de Piero della Francesca, o stunt que Sócrates orquestrou (ou que alguém orquestrou por ele) era aquilo a que se chamava uma espécie de sfumatto, e que eu às vezes uso nos desenhos que faço a carvão: para causar um efeito "embelezador" num traço sem sentido, mal feito ou demasiado carregado, passa-se o dedo por cima, para borrar a pintura. O resultado é uma coisa bem mais homogénea, mais suave e que se parece com qualquer coisa intencional, mas que nem por isso é. Um traço que parece ganhar nitidez quando visto ao longe, mas que, analisado minuciosamente, revela ainda as marcas que a primeira passagem do lápis deixa no papel, denunciadora da sua má qualidade técnica.Prosseguindo a analogia, o governo de José Sócrates tem sido, como a entrevista que deu à RTP, um gigantesco sfumatto governamental: as coisas começam por parecer um mau traço, carregado e bem nítido, que depois se esbate, esfuma-se com a passagem de um ou dois (ou três) assessorais dedos por cima, transformando-se em algo belo e mais ou menos harmonioso, entre uma utopia e um suspiro de alívio, mas só e apenas para quem prefere olhar de longe - haja alguém que decida aproximar o olhar da pintura, facilmente nota a marca grosseira deixada no papel causada pelo tal primeiro traço, demasiado carregado, a mesma que às vezes vem em forma de indicativo 21, outras, em forma de retoma económica.É impossível disfarçar um mau artista com muito sfumatto. O resultado é um borrão, grotesco e inconcebível. Quando a pintura chega àquele ponto em que, depois de tanto esbater de contornos, fica irremediavelmente borrada, como parece ser o caso, restam apenas duas hipóteses: ou se tenta uma boa borracha, ou rasga-se tudo e começa-se a desenhar numa nova folha.Parecendo óbvio que, neste caso em concreto, a pintura borrou de mais, a crise parece não servir ninguém. A hipótese rasgar (o actual modelo de corrupção política) é extremamente inconveniente; seria preferível uma borracha eficiente - na forma de figura-hipótese-alternativa proveniente do partido rotativista - mas não houve ainda tempo, nem vontade - e não a haveria ainda, não fosse o imprevisto do ataque blogosférico - para uma tal figura se afirmar, o que de resto só viria a acontecer quando Sócrates perdesse o seu estatuto faraónico. Neste momento, a borracha que existe é uma solução de recurso que servia a sua função quando Sócrates borrava à vontade, mas que de momento simplesmente não serve: é de uma pequenez impraticável, a adicionar à sua extrema má-qualidade. É justamente este o problema de Bilderberg, única razão pela manutenção da cabeça de Sócrates sobre os seus ombros.Se deixarem cair o seu boneco agora, que outro pôr em seu lugar? Manter a situação tal como está torna-se, cada vez mais, num incómodo inaceitável, que aumenta a cada "remedianço" de "lapsos" e "incompetências" sucessivas. A ausência de figuras pré-carimbadas por Bilderberg cria um panorama que deixa as estruturas partidárias (diga-se que também por culpa própria) numa fragilidade terrível. Neste momento, Bilderberg lida com a surpresa, mas já deve estar a fazer preparativos para o sucessor. Pessoalmente, adorava incomodar ainda mais a agenda dos senhores, e ver surgir uma figura imprevista e não carimbada na política nacional. Existe por aí alguém com um canudo verdadeiro? Não seria preciso, mas já era um bom começo..."


Linfoma a escrota, ou de como não aplicar uma quantitésimalidade, não arrendondada, a dados históricos e sociológicos da "Boca do Lixo" da Europa



Eu sei que a foto (http://www.rotten.com/) é terrível, mas o original está todos os dias, em plena Praça do Rossio, e desvio dele a cara, desde pequenino.
Infelizmente, não posso passar a vida a desviar a cara de todas as coisas: há um lado que se chama a Miséria e, outro, o folclore que podemos fazer com essa mesma miséria.
A Europa, a tal cinquentona, correu, com tudo quanto era sítio, com as tais "ciganas", que alugam filhos, para andar ao colo, e a bater nos vidros dos carros, "tende uma mãie com seue filhou, para dar de comer ao seu filhuoe!...", e caíram em Portugal. De aqui já não saem, porque, em Marrocos, seriam lapidadas.
Lembro-me de o meu pai dizer deste homem, que publicamente expõe a sua cruel doença, que, em Hollywood, seria milinionário de um filme, onde representasse o seu próprio papel. Era uma hipótese. Em Portugal, resume-se a estar em sítio de exposição total, o Rossio, para que os estrangeiros virem a cara, ou tentem tirar fotos surrateiramente, e levem, depois, um "recuerdo" de aqui, para mostrar como ainda continuamos no tempo de Zurbarán, Goya e Vélasquez, por ordem trocada, mas não faz mal.
A verdade é que continuamos: o nosso panorama está cheio de monstros, de feridas expostas, de anões, de fenómenos do entroncamento, de heterossexuais passivos, de licenciados da bemposta, de aleijões que batem na avó. E o Brasil é isso tudo, mas em grande.
Ontem, os Portugueses, um povo culto, tendencialmente licenciado em estender-a-mão, optou por critérios quantitativos, arredondados, para escolher "O Maior Português de Sempre". Era elementar, e vamos evitar arredondamentos -- sou mau para as contas -- em 800 anos de História, houve um gajo que governou 5% desse tempo, o seu nome era Salazar. Já Cavaco, outra luminária, reinou 1%, e anda a habilitar-se a ter reinado 2%. Sócrates já reinou 0% da nossa História, e 0% bem merecidos. Cunhal esteve preso 1% da nossa História, e eu escrevo para a Net há 1% da nossa História, embora só as últimas décimas se tenham tornado... perniciosas.
Eu, que sou um gajo de golos e recordes de guiness, obviamente, se me puserem no prato, defronte do focinho, um gajo que se manteve, sem mexer um músculo, 5% da História deste Cubículo, à frente do Timão, é bué da óbvio que eu vou votar nele para o Maior Português de Sempre.
E votei.
Todavia, o erro estava na votação: deveria ter-se apostado no Português mais pequeno de sempre, e teríamos, mano-a-mano, o Marques Mendes, o Pimenteiro Vitorino e a Maria de Belém Roseira.
Se o critério fosse o Português que mais tempo se manteve no seu posto de trabalho, teríamos uma votação oscilante entre Pinto da Costa, Gilberto Madaíl, Alberto João Jardim e a Marreca de Monsanto.
A nota final vai para a Boca do Lixo. O Rynaldo trouxe para aqui a Boca do Lixo, um luxo no romance oral português: mais bonito do que isso... só a expressão "Passos Perdidos" da Assembleia da República, e suponho que se equivalham.

Confesso que nunca fui à Boca do Lixo, e gostava, deve ser uma coisa mista do Intendente antigo com o recente, mas em GRANDE, uma coisa bué da lixeira, bué da sórdida, bué da gajas sem dentes a mamarem, como uma que fazia broches defronte do Cinema Lyz, trabalhadeira aos 75 anos, e por vinte e cinco tostões.
Uma das minhas primeiras angústia existenciais foi vê-la, do alto, e por detrás dos pesados reposteiros de veludo da minha vovó, "trabalhar" na Noite de Natal. 25 tostões.

Brevemente, pelo caminho que isto leva, vamos ter a Punctum, o Pedroso, o Papoy, a E-Konoklasta, o Kaos, e todos os meus amigos/as daqui a verem-me a disputar, com um cão fedorento, um qualquer osso, num caixote tombado, da Boca do Lixo.

Como dizia o Guterres, "é a vida".

Imagens para um tempo de angústia

"Post" para um tempo de angústia: de aqui a 4 horas, é desligada a tubagem que mantém em coma profundo a Universidade "Independente"
"Tomai e comei: estas são as minhas habilitações, este o grupelho que (ainda) me protege."
By Foxy

A Boca do Lixo (continuação)

Este blogue anda muito conturbado, e deve ser sinal dos tempos. Hoje, no meu gabinete da Reitoria, um bando de Angolanos insurrectos, todos com média de 15, veio pedir-me batatinhas, a perguntar quando é passavam para os Mestrados, e se ia haver Doutoramentos antes do Outono, e eu, agarrado à poltrona, cheio de fibromialgia, só se me saiu das beiças, "isso fica para qualquer dia", e um deles, "ó, meu, irmão, o camarada Prêsideêntji Josê êduardo dos Santus anda pagando esta Universidade toda, e mais os terrenos da Ota, e você está me dizendo que Doutoramentos é qualquer dia!?... Mas hoje também é qualquer dia, e eu e os meus manos não saímos daqui antes de ter os papèles tôdos assinados!..."
Senti-me uma Linfoma a Escrota, sei lá, uma Maria Elisa Domingues, de aqui a 30 anos, quando o fadinho das dores no corpo já não pegar, e se descobrir que aquilo é psicossomático: é uma elementar alma negra, que tem escaras pelas coxas abaixo, sabe deus filhas de que roços.
Com o tempo, todas se tornam mulheres sérias. Esta como o Sócrates -- que, brevemente, ela começará a considerar "um homem interessante" -- teve uma carreira diferente: começou por ser considerada "séria", mas a Flecha do Tempo, coitada, nem Prigogine lhe valeu, foi-a entregando à Usura da Fortuna. Hoje, é considerada uma referência do Duvidoso, ou seja, mais um traço de carácter, como as escaras nas coxas, que a aproximam de Sócrates.
Não sei onde terá feito o Curso. A maior parte dos cursos deste país foram feitos na Boca do Lixo, em francês, "Les Hautes Écoles de la Bouche de la Poubelle", au Carrefour des Hommes Ratés, Quartier du Marais, em suma Paris XXI.
Gostava de ver o diploma da Bocarra Guimarães, o da Catarada Furtinho, quiçá o do Professor Doutor Catedrático de sucessivos despachos e portarias do "Aventalinho", de Manuel (de dia ) Maria (à noite) Carrilho.
O tom final é mais para o sério: subitamente acordámos para a realidade de que aquilo que poderia ser a Enciclopédia da Aldeia Global, já está completamente polvilhada DELES: na "Wikipédia" também já manda quem mais não pode cá fora.
Esquecem-se de que o Talento vence o Tempo, e a mediocridade... nunca o conseguiu.
Bem hajam.

Este foi todo para o "Portugal Profundo"




A Boca do Lixo (Continuação II)

Eu sei que isto hoje está cheio de mentes badalhocas, desejosas de que eu venha atirar mais lama para cima da Universidade Independente.
Enganam-se: eu sou um cidadão respeitador do Politicamente Correcto, e estou ansiosamente à espera de que essa gloriosa instituição consiga cumprir o prazo dado pelos lindos olhos de Mariano Gago, para repor a sua paz, beleza e harmonia.
Quanto ao Mariano Gago, quando o vi hoje na televisão, reparei que, de facto, tem uns lindos olhos, adornados por óculos de fundo de garrafa, e o problema dele é realmente a boca: a boca de Mariano Gago parece um piano Stneiway, caído por uma escada abaixo, e que depois teve os dentes todos recolados, um para cada lado, como os olhos do Medeiros Ferreira, com o jeitinho que as empregadas da limpeza têm para amontoar as porcelanas Ming, depois de as quebrarem em mil pedaços.
Acontece que estava eu hoje a dar a minha aula de Literatura Comprada, perdão, Comparada II, cadeira que asseguro com a colaboração do meu estimado colega e homem de letras, Francisco José Viegas, e vieram dar-me uns coices na porta, pareciam animais, justamente no momento em que eu explicava o étimo de "Cancioneiro". Toda a gente sabe, excepto os alunos da "Independente", e é por isso que andam lá a estudar, que "Cancioneiro" vem de "Câncio", voz romana que quer dizer "boca cariada que canta", deturpada, por via bárbara e usocapião, em "Canzioneira", que depois deu origem a "Camorra", via das mulheres do Norte, tias, com falar nasalado das Manas Avillez, etc.,
e eles aos coices à porta,
parecia uma aula da Vice-Reitora da "Lusófona" (a próxima...)
e eu isso acho mal.
1) Porque lá dou aulas, como o Mano Rangel, que veio para a RTP-1 defender a causa própria, ao lado do Anjinho Papudo, que levou nos cornos, quando foi repor a legalidade no Campus Universitário da Fátima Felgueiras.
2) Segundo, porque lá meti os papéis, para converter o 6º Ano da Lola Chupa numa licenciatura qualquer -- é difícil escolher um canudo para uma mulher cuja experiência profissional sempre foram canudos e fundações... No fundo, ela é a fossa sanitária do sórdido imaginário do "macho" lisboeta, pelo que acho que deveria ter um Mestrado em Engenharia Sanitária, variante Tubagens Grossas.
Disse-me a senhora da Secretaria -- uma simpatia -- que, na "Independente", como na "Lusófona", como na Universidade do Isaltino -- a "Atlântica", suponho, era só levar os papéis da Quarta-Classe, deixar a fermentar uns tempos, como o Pão de Mafra, e esperar que saísse, já na forma de Licenciatura, Mestrado ou Doutoramento, consoante as posses do aluno. A Lola é mais do género de ser possuída do que ter posses, de maneira que se pensou numa solução tipo Sócrates, escritas acima de 17 e orais a 18, e depois queimar os livros de termos todos, para dar um ar de "Gradus ad Parnassum" ao processo todo.
Desaparecidos em combate, como a "Comédia" de Aristóteles.
Os belos dias de Primavera nada auguram de bom ao Senhor Câncio, acusado de lesbianismo e com a grave suspeita de ter comprado papéis. Em qualquer país civilizado, já lhe tinham posto as malas à porta. No fundo, é o que os blogues, essa lixeira da escrita, esse lugar de tarados masturbadores, de ejaculadores de boatos e de atentados ao bom nome das pessoas, pretende.
Melhor do que os blogues, só aquele "Powerpoint" do Luís Miguel Leite-Pinto, bom técnico e boa cabeça, responsável pela estrutura do "Sheraton", e que, se me der para aí, aqui exemplificarei, na forma de imagens.
Divertido, divertido, era que, já que queimaram os Livros de Termos, a Inspecção-Geral do Ensino Superior enviasse uma cartinha para a Residência Oficial de São Bento, a pedir à "moça" que repetisse Betão Armado I e II, Estruturas Especiais, e as 12 outras cadeiras "hard", que lá foi fazer, com vista à uma reemissão do Canudo.
Até podia ser no Instituto Superior Técnico, para mudar de ares, e "ela" se sentir bastante mais confortável.

As escolhas do Sr. Pinto de Sousa


Ora bem. Com a divulgação da composição do Sr. Pinto de Sousa (eu sei, é uma jardinice, mas i've grown fond of it) sobre reciclagem, daquelas que se fazem no 11º ano, só que disfarçada de inglês técnico, à qual passaremos, a partir de agora, a denominar carinhosamente de "Waste Valorization", porque podemos, o Sr. Pinto de Sousa só tem três opções:
1 - Ou aparece um certificado novo, com uma data posterior a 26 de Agosto e que não coincida com um Domingo;
2 - Ou escolhe licenciar-se a um Domingo (8 de Setembro de 1996);
3 - Ou escolhe licenciar-se com um certificado que tem data prévia à sua prova de avaliação a Inglês Técnico (8 de Agosto), que serve ainda de testemunho ao seu "vínculo laboral", como li algures, à Câmara Municipal da Covilhã - já para não falar da (in)consistência de códigos postais e indicativos telefónicos que não poderiam existir em 1996, ou 7, ou 8, ou 9, mas o que é isso? Diteil's, darlingue, diteil's!
A adicionar ao facto da notícia publicada ali mais abaixo, acerca do "happening" de somente os trabalhos de alunos com média superior a 14 ficarem armazenados na biblioteca da UnI, como privilégio exlusivo para alunos distintos, - e deus!, se Sócrates não é um aluno distinto - suponho que em breve todos possamos satisfazer, finalmente, a nossa curiosidade sobre a brilhante tese de "Projecto e Dissertação" do nosso primeiro ministro, que lhe valeu um distinto 18.
É que o aparecimento de tal trabalho nos arquivos da UnI esbate e deixa claro, sem quaisquer sombras de dúvidas, que a média do primeiro ministro foi superior a 14, como já há muito se sabe - caso contrário, ser-lhe-ia completamente impossível aceder ao MBA no ISCTE, reservado, tal como os mestrados (penso que os MBA's no ISCTE são mestrados, mas chegados a esta altura confesso não saber muito bem o que são), a alunos com média superior a 14.
De resto, as notas elevadíssimas que obteve na UnI, ao mesmo tempo que exercia uma profissão esgotante como imagino que seja o cargo de Secretário de Estado do Ambiente - nunca fui, mas imagino que seja esgotante - provam o seu esforço e o seu génio - e diga-se que o "Waste Valorization" podia ter sido muito mais "valorizated", aliás, ele bem sabia sobre o que estava a escrever, pois se há coisa que nós, portugueses, sabemos fazer, é "waste valorization": não há outro país onde o lixo chegue tão longe...
De resto, creio que foi um acto vil não esperar que o Primeiro Ministro chegasse da sua field trip a Marrocos para divulgar estas informações. Era relevante que se defendesse ali, na hora, para eliminar quaisquer suspeitas de ser o seu gabinete de Comunicação a "fabricar" as explicações... mas pronto, suponho que se o Primeiro Ministro está em Marrocos nesta altura de crise pessoal, será, sem dúvida, em favor da comunidade (cum-municity? também não sei)...

Força! Hang On!


A Dona da Rua




Há uma figura muito do nosso imaginário que é a da "Dona da Rua".
A Dona da Rua é uma gaja acima dos 60, mas a querer sempre aparentar trinta-e-muitos, com um penteado que já só se consegue nas M'dinas do Magreb e em certos cabeleireiros de bairro: oxigenado, platinado, e gloriosamente sustentado por uma lata inteira de laca.
A Dona da Rua tem gosto por tudo o que brilhe: pulseiras vistosas, pedras coloridas, à mistura com uns quantos quilates de ouro. Geralmente, costuma ter mais anéis do que dedos. Veste de leopardo, com o típico bom gosto da Clara Pinto-Correia, e passa mais tempo nas esplanadas com vista para o seu pequeno mundo do que a ler etiquetas de preços de saldo de sapatos de salto extra-alto, embora as frequente muito, elas, etiquetas, e os próprios saltos.
A Dona da Rua é um Gato de Schröndiger: todas as pessoas do bairro sabem que ela subiu na vida a abrir as pernas para um cavalheiro com posses, mas ignoram sempre a data exacta em que as começou a abrir. Em contrapartida, toda a gente conhece o dia certo em que lhe pôs a tampa do caixão por cima, e fez a transferência da pensão para a conta própria.
Eu gosto muito de Donas da Rua. As Donas da Rua têm uma estrutura psíquica muito própria, que é a de, depois de se terem tornado em Donas da Rua, tentarem convencer os restantes vizinhos de que aquilo sempre foi assim. Para as Donas da Rua, como para os povos primitivos, o conceito de História não existe. Não têm Passado, e desconhecem a Escrita, excepto a da assinatura do cheque da conta conjunta com o "seu" defunto. Toda a narrativa da sua vida se inscreve no Discurso Mítico.
Há um axioma da Sociologia que diz que a estrutura psíquica de uma Dona da Rua é diferente da estrutura psíquica de um Licenciado. A Dona da Rua acredita mais em deitar cartas do que em Relatórios da O.C.D.E.; é mais opiniosa do Coração do que certificadora de raciocínios através da Álgebra de Boole; prefere a Raiva, o Rancor, a Inveja, a Vingança a qualquer das linhas da Declaração Universal dos Direitos do Homem; a Dona da Rua sabe, e pratica -- e é a única prática intuitiva, embora empírica, que nela se assemelha à Ciência -- que, na Teoria da Comunicação, o peso do Discurso se divide em três parcelas, desiguais, 55% para a Expressão Facial, 38% para o Tom de Voz, e só 7% para o conteúdo das Palavras: por isso, ela faz tantas boquinhas na esplanada, ao colocar a camada de batôn, dos dez em dez minutos, os esgares; por isso, ela fala sempre num tom de desdém ou de venha-mais-uma-torrada, e só comenta as notícias das intrigas dos varais de pendurar lençóis dos prédios ao lado.
Esta noite, a Televisão do Estado, paga por mim, e por si, contribuinte leitor, perdeu uma hora e meia a entrevistar uma Dona da Rua.
Por estranho que pareça, e para muita boa gente aqui, que me toma por especialista no Sr. Sócrates, a verdade é que eu não sou: nunca consegui estar mais do que 2 minutos a ouvi-lo, e, mesmo assim, entre "zappings", obstinados e abruptos. Hoje, pelo contrário, dei-me ao luxo de lhe dedicar 10 minutos, aliás, 10 minutos, 12 segundos e algumas décimas de segundo, como diria, o Chanato Constâncio, e penso que não foram minutos desperdiçados, porque eu sou um verdadeiro apreciador de Donas da Rua. Mais: acho que elas fazem parte do nosso património genuíno, tal como o Chulo, tirar macacos do nariz, eructar em público, o Uivo do Adepto Futebolístico, ou a Voz timbrada da Peixeira.
Uma coisa falhou em Sócrates, todavia: não esteve à altura da Incompletude, de Gödel, e, portanto, não pode ascender àquela situação em que poderia ser, como no Paradoxo de Richard, simultaneamente Dona da Rua e Licenciado. O terreiro em que se move é muito baixo, e a tômbola acabou por fazê-lo definitivamente cair para o lado de... Dona da Rua.
Para o Sr. Sócrates, de Vilar de Maçada, Alijó, alguém, um dia, terá de vir explicar que uma Licenciatura, como um Mestrado, como um Doutoramento, não são meros papéis com carimbos de autentificação, mas são subtis transformações cognitivas, e da espacialidade do Pensamento, ou seja, meta-estruturas, que obrigam a que a emissão de certos raciocínios, como o decorrer de certas argumentações, obedeçam a uma organização muito específica, que, apesar de indizível, é formalmente identificável. A Dona da Rua, para se convencer, e convencer os outros, prefere repetir muitas vezes a mesma palavra, variando a entoação da voz, e enformando-a numa mesma estrutura narrativa, com variantes apenas comparáveis às "nuances" das raízes do seu cabelo, em vez de encontrar o Silogismo Fatal.
Glória Fácil.
Ora, a cabeça do Sr. Sócrates enferma de não ter sofrido as metamorfoses cognitivas que identificam um licenciado de um não-licenciado, e tudo o resto são papéis, e ele adorou vir expor isso a público, perante uma plateia ávida de escândalo. Mas não houve escândalo, apenas "parole, parole", como cantava a outra, e vazias.
Para mim, que prefiro Donas da Rua a Licenciados, foi um tempo bem gasto. Provou-me que a retórica do caracacá só conseguia despertar esgares de gozo mal-disfarçado nos jornalistas -- parabéns para ambos!... -- e suponho que numa certa parte da Plateia Portuguesa.
O problema central não está nesses esgares de gozo, ou nas gargalhadas da minoria, está, sim, no reconhecimento que a Grande Maioria de um Povo pouco habilitado possa ainda conceder ao Sr. Sócrates, já que ele se lhes assemelha muito ao perfil do gajo-que-deu-o-golpe-do-baú-que-todos-gostariam-de-ter-dado-mas-não-tiveram-a-sorte-dele.
Portugal é um estádio, e o Boneco de Lata de Bilderberg tem a sua claque, suponho que sejam os No Vagina's Boys, mas não posso assegurar, porque sou pouco entendido em Futebol, ao contrário das Donas da Rua, que ADORO.
Até podia acontecer que o natural de Vilar de Maçada não tivesse logrado dar o salto cognitivo do Licenciado, mas houvesse alcançado o Grau Subtil de Habilitado Político, aquele "je ne sais pas quoi", a que nós chamamos o Faro dos Grandes Estadistas. Pobremente, nem uma coisa, nem outra. É um mero provinciano, despido de discurso, vestido de trapelhos enfatizados, e reduzido, pelo nível da suspeita, àquilo que de pior lhe podia acontecer em Portugal, que foi fazerem-lhe entrar a Vaidade directamente no anedotário do Senso Comum. Ao fim, depois de lhe agradecerem, ainda disse "ora essa", expressão que eu já não ouvia, desde os tempos do Sr. Américo, a quem a minha avó comprava queijo picante, e já lá vão "iânos" e muitos "concêlhus", como ele diz.
Amanhã, aliás, já ontem, todos os taxistas, as operadoras de caixa do "Carrefour", os seguranças das bombas de depois-da-meia-noite terão um novo MBA, uma nova Pós-Graduação a acrescentar à Imensa Anedota Sócrates. É a única coisa transfinita em Portugal, o Sarcasmo, e, nisso, ele, país, cultura, modo de estar, é impiedoso.
Costuma dizer-se que quem com ferro mata com ferro morre.
À laia de final, ou de Consolação Menor, quando Bilderberg oscilou entre este Boneco de Lata e o Expansivo Santana, eu sei que teve as suas razões: o Santana, que, apesar de todos os seus defeitos, possui o tal "faro político", sofria de uns "ataques", ou seja, podia dar-lhe para cometer alguma imprevisão, que pusesse em causa o... "programinha" estipulado para Portugal. Em contrapartida, o Merceeiro de Vilar de Maçada assegurava tudo: ser Monótono, Vazio, patologicamente obstinado, Vaidoso, e ter a tal válvula de escape, muito complicada, como tinham os "Harkonnen", de "Dune": um passo em falso, puxavam-lhe o tampão, e o sangue jorrava até ao fim...
Preferiram, pois, uma estrutura mental de bicha típica, subserviente, e a quem se podia desligar o oxigénio, a qualquer momento.
Esqueceram-se de que lhe podiam pregar uma rasteira, no nível rasteiro das rasteiras à portuguesa, e o ruído dos bonecos de lata a cair no chão é uma coisa realmente do "Heavy-Metal", deus meu, até eu, um Estóico, e mesmo com os ouvidos tapados, e já a zarpar para outro canal, fiquei com sincera pena...

A Conferência de Imprensa




"Já toda a gente percebeu.

Não há ninguém inocente, todos comeram da gamela.

Só uma coisa me surpreende.Como é que ainda não perceberam, que cada vez que falam, estragam uma bela mentira que estava quase a ser verdade."
By Fado Alexandrino

Braganza-Mothers Solidária


Nós, as Mães de Braganza, somos solidárias. Não queremos que a SIDES faça triste figura, logo, às 18:00, na conferência de imprensa: por isso, aqui deixamos alguns conselhos visando a optimização do uso de lixívia na lavagem:
Antes de aplicar lixívia, certifique-se dos símbolos das etiquetas.
Utilize-a apenas em frio e durante uma hora, apenas
Não utilize recipientes de cobre ou latão
Nota muito importante: NEM TODOS OS PRODUTOS SÃO BRANQUEÁVEIS. Certifique-se da sua qualidade.



Grandes Glórias da "Grande Loja do Queijo Limiano"

Glórias do "We Have Kaos in the Garden"


Trabalho de Inglês Técnico do Sócrates


(Levas 15 e até podias levar 16, mas...)

By KAOS

Fábrica de Engenheiros, não de Diplomas...


Cortesia do Fado Alexandrino

O Prato do Dia


Eu hoje vinha aqui, cheio de boas intenções, disposto a falar da "Lulu", de Alban Berg, mas suponho que não valha a pena. A verdade é que o dia é hoje especialmente dedicado ao António e ao "Do Portugal Profundo".
Falando grosso: é Um a Zero, contra a Bacharel dos Sanitários, é Portugal inteiro que ganha.
O pior vem que, ao longo desta tarde, para evitar que o tema tenha sido tratado nos noticiários, o Estado deve ter dispendido uma verdadeira fortuna, em faxes, emails e chamadas de telemóveis. O tema deve ter sido sempre o mesmo: "é melhor não falares nisso, para ver se te manténs nesse lugar, olha que a vida está difícil..."
E está.
Aliás, sempre esteve.
Num dos meus célebres telefonemas para a "Laurinha" Krippel dos Canaviais, e que já devem estar todos armazenados no "Envelope 10", vieram à tona histórias bem mais antigas.
Há um podre cheiro a suspeita de que o Primeiro-Ministro de Portugal tenha dado a volta curta ao Bilhar Grande, para chegar ao Canudo, e dessa já não se safa. Aprumadinho, nos tais fatos ridículos, a pregar decência aos outros, tem uns calcanhares que não desejo a ninguém, mas eu sou uma pessoa de piedade, que seria incapaz de linchar um político em público, sobretudo um ser que tanto se tem dedicado a melhorar o bem-estar físico e psíquico dos seus conterrâneos.
Todavia, há coisas que me chateiam.
Ontem, ao consultar a "Wikipédia", vinha lá, preto no branco, que "La Chose" namorava, desde 2001, com a jornalista Fernanda Câncio.
Hoje, já não está...
Desapareceu, por "causas naturais".
Aqui vai a História: nos Idos de 76 e pelos arranques anuais seguintes, havia um "gang" que vendia licenciaturas em Lisboa: 20 contos, dos antigos, com inclusão em nomes de pauta; 15 contos, só com diploma e nome. O negócio era simples: o Irmão do "Manecas", na Secretaria da defunta Escola Secundária da Cidade Universitária, vendia, por exemplo, os pontos de exame de Medicina, ao balcão, para a rapaziada que queria acabar o Curso. Os ciganos, o restante do material. São médicos que hoje por aí andam, operam e curam. Autênticos milagreiros.
Engenheiros, Doutores, toda uma classe de licenciados que nos governa, domina os bons postos do pequeno rectângulo, e todos vindos de um mesmo canteiro.
Pena as histórias serem antigas: o caso Sócrates é um final de época, uma linha de fundo de um longo percurso curricular de uma sociedade profundamente doente. Acabou a geração que vendia os pontos, a escola foi demolida, o terreiro tornou-se num antro de engate, e exibição, de paneleiras dementes, abriram as Universidades Privadas, e a Obra fez-se.
E governa hoje, constitucionalmente, Portugal.

Depressiva

Nota de Imprensa do Gabinete do Sr. Primeiro-Ministro

O Senhor Primeiro-Ministro, Engenheiro José Sócrates, considera-se vítima de uma negra campanha urdida pela blogosfera e deixa aos portugueses a pergunta que, a cada hora que passa, se impõe com maior premência: Para quando a insinuação de que José Sócrates é Anal-fabeto?

By Paulo Pedroso


Um Projecto e(?)... de(?)... Dissertação

No seu certificado de Licenciatura da Uni, Sócrates apresenta uma intrigante disciplina: Projecto e Dissertação. A avaliar pelo nome, parece tratar-se de uma disciplina onde o investimento do aluno ao nível da investigação, do tratamento de dados e das respectivas propostas (testadas) de soluções é muito elevado. É de tal forma significativo este trabalho, que há o costume, em qualquer instituição de ensino superior, de o arquivar respectiva na Biblioteca durante, pelo menos, cinco anos.Até aqui, muito bem.Muito bem??? [Pequeno interlúdio biográfico]O meu pai e o meu avô, coitados, o que tiveram de me aguentar desde pequenina... Eram sessões de dezenas de perguntas consecutivas que, ora um, ora outro me iam tentando responder. Até que alguém... - é a vida!!!- me vaticinou um destino, juntando a isso um certo fel maldoso: " És uma curiosa", e, naquela hora - só naquela hora - murchei de tristeza. Afinal, vive-se porque se conhece.A capacidade de regeneração é grande. Punctum contra Punctum sorve mais um pouco de Elixir da Longa Vida preparado por sua avó, e, sorrindo por muitas razões, pergunta: - Qual foi o tema do Projecto e Dissertação de José Sócrates? - Quem foi o seu orientador? - Onde está essa dissertação? - Ninguém sabe... por agora!!!Procura-se, procura-se, e, na página da UnI encontra-se uma referência à disciplina "Projecto de Dissertação" (diferente de Projecto e Dissertação) que, de momento, apresenta a seguinte definição:"A disciplina de Projecto de Dissertação consiste na realização do Estágio de Fim de Curso com a duração de seis meses e tem como componentes principais:1. O desenvolvimento das actividades delineadas num Programa de Estágio;2. A elaboração do Relatório de Estágio;3. A apresentação e defesa daquele Relatório de Estágio."Estágio curricular obrigatório na cadeira de "Projecto de Dissertação"? Mas que estágio? Numa empresa? Privada? Pública? Qual? Quem orientou o estágio?Não é por nada, mas por mais que tente, ainda não consegui imaginar José Sócrates, deputado, ex-secretário de estado-Adjunto do Ministério do Ambiente, a ter de fazer um estagiozito e a ser avaliado, numa empresa mixuruca e reles deste pantanoso lugar.
Mas posso estar errada...

25 de Abril

By E-Ko

Sócrates, no thanks...


Diplomas, para quê?


Leiam mais
isto, isto e mais isto

e editem a entrada
José Sócrates, se quiserem.
A "Wikipédia" é livre, e agradece :-)

Trabalhos de Penélope

Não é novidade para ninguém, neste espaço, e em todos os que colaboro, de que a "Coisa" está a chegar ao fim, e está.
Antes de mais, os parabéns a todos os colegas da Blogosfera, que têm permitido que a Estrutura cada vez mais apresente fissuras de pré-colapso (Sr. Sócrates, isto é linguagem de Engenharia...)
Nós, Blogonautas, somos as novas Penélopes do Tempo Presente.
Aquilo que as multidões de assessores, de manipuladores de opinião, de jornalistas desonestos, a quem basta fazer um telefonema, para remeter o tema para o fundo da página, de cavalheiros potentados e portentosos, de gente que finge esbravejar no Parlamento, para à noite, se sentar, lado a lado, à mesa do mesmo restaurante caro, e casar entre filhos, no domingo seguinte, os Balsemões que pagam o que se deve escrever, os Ministros que colocam os irmãos a dirigir equipas de redacção televisiva, as Clarinhas que gatafunham crónicas do "está-quase-mau", de há vinte anos para cá, os "Eixos-do-Mal-(Sistema)", os alcoólicos do Restelo, que são chamados, de quando em vez, para dizerem umas baboseiras que toda a gente sente, pois-então-antes-o-que-está, as trituradoras de lixo, de beiça grossa, que sentam, à média-luz, todos os detritos culturais que esta sociedade doente vai produzindo, as Donas da Rua televisivas, que são casadas com Autarcas poderosos, as senhoras de reputação duvidosa, que acham "interessante" o Pinto da Costa, e depois vão para Londres, como... Conselheiras Culturais (!), ah, sim, depois de também, pasme-se, até para a Gulbenkian terem trabalhado (!), enfim, todo o afanoso trabalho que estas formiguinhas fazem, para manter de pé uma insustentável máquina, o Esqueleto da Cauda da Europa, todo este afanoso trabalho, que é muito, e nos sai fantasticamente CARO, todo este trabalho é destruído, dia após dia, noite após noite, pelas Penélopes da Blogosfera.
Nós não queremos casar com o Sistema, e o Ulisses por que ansiamos nunca mais chega.
Caros leitores e colaboradores. Caros afanosos criadores de imagens -- Kaos acima de todos -- e tecladores de textos minuciosos, criadores de aforismos e anedotas, redactores de pequenas bombas-relógio, "postadores" e comentadores, anónimos, pseudónimos e heterónimos, nas nossas mãos -- e são muitas -- está a Transformação, e a transformação não passa apenas por aqui: para que, na Atmosfera, um Marcelo sobreviva tanto tempo é porque, na sombra, estiveram a ser trituradas camadas e camadas de comentadores objectivos. Para que a Maria Elisa se perpetue, há massas imensas de excelentes jornalistas que são impedidos de abrir a boca. Para que as Caras Conhecidas assegurem as Direcções dos Pasquins de serviço, é necessário que multidões de gerações, técnica e eticamente muito melhor preparadas, estejam a ser descarnadas em vida, para serem impedidas de investigar a VERDADE.
Ontem, ao encontro do Kaos e da Kaotica, passou-me pela cabeça uma coisa grave, que um amigo meu costuma repetir: em desespero de causa, os Governos carregam sempre sobre os mais fracos. Está em todos os tratados, e, deste feita, mais uma vez: são as permanentes rusgas em bares, as internináveis operações-stop, no pouco tempo em que as pessoas têm para se livrarem do sufoco semanal, os exércitos de polícias atrás de um ridículo ladrão, os cercos de aparato aos bairros problemáticos, para apanharem duas cuecas de cano alto e três pistolas de cano baixo, os habituais pacotinhos de haxixe, a mãozita cheia de cocaína apreendida, a Esmeralda do entretém, o golo do Mantorras, as agonias do "Manchester", em vez de carregarem sobre os gabinetes dos Notáveis, os cofres blindados, onde estão as provas das Conexões do Sistema, os Envelopes 9, 10, 12., 13, o Infinito Envelope, onde tudo isto está guardado, o Tráfico da Droga, das Armas, das Pessoas, e quem o mantém e se senta no(s) sucessivos Governo(s), e enquanto escorrem estes "fait-divers", que apenas querem acrescentar o Medo, enquanto, por todo o lado, já se pôs a bambolear um cavalheiro, que ostenta na mão, não um, mas um punhado de certificados, com notas varíaveis -- a sua Licenciatura assemelha-se às "Quatro Estações" do Veneziano: um timbre para cada época -- e, enquanto isto acontece, também a figura mais alta da Nação, diz que se "trata de uma assunto não-prioritário" (!).
É a versão cavacal da "não-notícia".
É curioso que Cavaco fale assim, mas só curioso para quem não conheça a peça: o Cavaquismo foi o berço maior de todos os pequenos Sócrates de hoje, o tempo áureo em que Portugal se banhava nos Fundos Comunitários, mas só alguns saíam de lá com ar de ter tomado banho. Continuamos com a população mais fracamente instruída do bando civilizado da Europa, com a maior mancha de pobreza, e com os Cristianos Ronaldos e os Mourinhos a facturarem, sem ter de mexer um neurónio, na espantosa e descarada plataforma de branqueamento de capitais que é a Teia Futebolística.
O Cavaquismo esteve cheio de pequenos sócrates, de gestores do Cambalacho, foi o berço dos Valentins Loureiros, dos Isaltinos, das Privadas, a era do Canudo Acelerado, dos Desvios, do Galope da Droga, dos Ferraris, dos Ministros inocentes e indultados.

É normal que, para Cavaco, em fim de carreira, e chegado, como já várias vezes aqui disse, ao Topo da ... Base, ao horizonte dos seus pequenos sonhos, seja normal que haja um boneco de lata, que, finalmente esteja a conseguir pôr em prática toda a impiedade e a destruição nacional com que sempre sonhou, e, desta vez, sem ter de sujar as mãos. Basta assinar por baixo.

Cavaco e Sócrates, são, neste preciso instante, a hipóstase das duas faces da Moeda do Regime.

O apelo é claro: ninguém nos paga para que façamos o trabalho que fazemos. Apenas queremos viver num país que possa ser considerado europeu. Nestes últimos dias, a Blogosfera parece ter rompido os tampões e as mordaças, que, nas redacções, impediam as gerações mais jovens de jornalistas de atacar os Tigres de Papel, que, lá dentro os sufocam, e tentam... normalizar.
Pode ser que tenhamos chegado ao limiar de um novo estado de coisas, mas isso é o mero optimismo de um meio-dia solar de Domingo.
A ver, veremos.

Corrente de Blogues


Não, não é um problema de grupos políticos.
Como muitos portugueses incautos, eu também ajudei a pôr lá o "Engenheiro", e também acho que chegou agora o tempo de arranjar melhor.
É um problema interno do P.S., o P.S. que se amanhe.

Temos registado um enorme acréscimo de visitas. O que se lhes pede é que, todos os que embarcaram neste movimento de Purificação do Ar, coloquem no seu blogue a imagem especialmente fabricada pelo
Kaos, para esta ocasião.

Não precisamos de (mais) carácteres destes na Política, Sr. Sócrates!...


P.S. - Faça como se faz no Mundo Civilizado:
escreva-lhe!...

O Canudo no "Expresso"


AS MULHERES ATENDEM MAIS AOS PORMENORES... E... ISSO É UMA CHATICE!!!...



"Ontem, foi divulgado este documento.


Sabem, sou mulher. Por isso mesmo, não me é nada difícil localizar os iogurtes de framboesa, tão apreciados nesta casa, e que se não são rapidamente encontrados no frigorífico side-by-side de família, corro o sério risco de ter de ouvir o lamento " tu prometeste, mamã..." . Pior ainda, é a possibilidade de um dia, a frase poder ser completada com um "... e não cumpriste".

Isto para dizer que tenho algum treino visual para reparar nos pormenores.

Ontem, ao anunciarem a existência de um segundo certificado de José Sócrates, abri o respectivo PDF, entretanto disponibilizado pelo Jornal "PÚBLICO".

Não me detive nas classificações. Verifiquei que o documento estava datado ( 96/08/26), assinado pelo chefe da secretaria e...e... como sempre, os meus olhos detiveram-se em dois pormenores sem importância: no papel timbrado da Universidade Independente, no rodapé, entre outras informações, constam o endereço (físico e electrónico) e os números de telefone e de fax ( 351 21 836 19 00 e 351 21 836 19 22). Só que,... em 1996, os números de telefone não apresentavam os indicativos 21, 22, 290, mas sim, 01, 02, 090... etc, como aliás, pude confirmar (a alteração só foi feita em 31 de Outubro de 1999).


(clique para ampliar)


Um pouco mais à frente, consta ainda, um código postal composto por sete algarismos (1800-255), o que é deveras estranho, uma vez que só em 1998 começa a ser utilizada esta nova forma de indicação.


Conclusão: o certificado parece ter sido emitido, não em 26/08/1996, mas em data posterior a 31 de Outubro de 1999.O problema ("o maior dos problemas") reside no facto de o Gabinete do primeiro-ministro já ter
esclarecido, que a data válida era mesmo a do certificado que se encontra na Câmara da Covilhã."

Mais um erro administrativo, que só pode ser imputado à UNI" (dirá o Gabinete do primeiro-ministro).


Esta ultrapassou largamente as minhas expectativas...de tão básica que é!!!..."

UM DOCUMENTO MUITO IMPORTANTE: RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO DA CIÊNCIA E DO ENSINO SUPERIOR (1993-2002)


José Sócrates concluiu a Licenciatura em Engenharia Civil, na Universidade Independente, em 8 de Setembro de 1996. Mas, de acordo com o Relatório do Observatório da Ciência e do Ensino Superior (1993-2002), pág. 339, a Universidade Independente, baseando-nos nos dados fornecidos pela própria, só em 1997 teve os primeiros diplomados em Engenharia Civil.Perante tal fenómeno, só se vislumbra uma de quatro hipóteses para o sucedido:
a) Não houve conclusões da Licenciatura em Engenharia Civil em 1996
b) Houve erro no preenchimento do formulário entregue ao Ministério da tutela
c) A Instituição não tinha autorização de funcionamento para os anos e disciplinas constantes no plano de estudos de José Sócratesd) A conclusão do curso não foi feita em 1996, mas em 1997(*)
A verificar-se uma das situações a) ou c), configurará, salvo melhor opinião - suponho (ajudem-me os senhores juristas, nossos visitantes) - a nulidade do processo de Sócrates.
Compete pois, agora, ao Ministério da da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior esclarecer cabalmente a opinião pública sobre este caso e apurar TODAS AS RESPONSABILIDADES.(*) "O Reitor Arouca é que tinha razão quando preferiu dizer ao "24 HORAS" que o ano da conclusão da suposta licenciatura de Sócrates era 1997. Ele sabia muito bem que alguém (como a Curiosa) podia desencantar um qualquer relatório oficial comprometedor...
Lembremos as informações de António Balbino Caldeira neste segmento do Pós-texto do post de Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007:
1. Afirma o jornal 24 Horas - por informação de Luís Arouca que é citado na mesma caixa - que José Sócrates se licenciou na Universidade Independente em 1997. Ora a directora dos Serviços Jurídico-Administrativo confirmou-me por e-mail (às 16:29 de 23 de Fevereiro de 2005) que o primeiro-ministro se licenciou em 1996 em Engenharia Civil. Terá sido, afinal, quando: 1996 ou 1997?..."Irnério 04.04.07 - 8:18 am Comentário ao post "As sombras do Expresso", no Portugal Profundo
APROVEITO PARA SAUDAR E AGRADECER, UMA VEZ MAIS, O EXCELENTE TRABALHO NO PORTUGAL PROFUNDO DE ANTÓNIO CALDEIRA, SEU AUTOR, E TAMBÉM, OS FANTÁSTICOS CONTRIBUTOS DOS SEUS COMENTADORES, ENTRE MUITOS OUTROS, DA "CURIOSA" e DO "IRNÉRIO", A QUEM SE DEVE A INFORMAÇÃO CONSTANTE NESTE POST."
By PunctumcontraPunctum

A Licenciatura do Sr. Primeiro-Ministro?... Portugal tem problemas mais importantes pela frente!...


Sociopatas e Licenciaturas






"Os sociopatas são caracterizados pelo desprezo pelas obrigações sociais e por uma falta de consideração com os sentimentos dos outros. Eles exibem egocentrismo patológico, emoções superficiais, falta de auto-percepção, pobre controle da impulsividade (incluindo baixa tolerância para frustração e limiar baixo para descarga de agressão), irresponsabilidade, falta de empatia com outros seres humanos e ausência de remorso, ansiedade e sentimento de culpa em relação ao seu comportamento anti-social. Eles são geralmente cínicos, manipuladores, incapazes de manter uma relação e de amar. Eles mentem sem qualquer vergonha, roubam, abusam, trapaceiam, negligenciam suas famílias e parentes, e colocam em risco suas vidas e a de outras pessoas. O pesquisador canadense Robert Hare, um dos maiores especialistas do mundo em sociopatia criminosa, caracteriza-os como "predadores intra-espécies que usam charme, manipulação, intimidação e violência para controlar os outros e para satisfazer suas próprias necessidades. Em sua falta de consciência e de sentimento pelos outros, eles tomam friamente aquilo que querem, violando as normas sociais sem o menor senso de culpa ou arrependimento."






(As palavras não são minhas, são de uma
Sociedade de Saúde Mental)

Novas Oportunidades

Cortesia de "O Jumento"

Nota de Imprensa do Gabinete do Senhor Primeiro-Ministro


O Senhor Primeiro-Ministro, Engenheiro José Sócrates, considera-se vítima de uma negra campanha urdida pela blogosfera e deixa aos portugueses a pergunta que, a cada hora que passa, se impõe com maior premência: Para quando a insinuação de que José Sócrates é Anal-fabeto?

O "Major" sai em defesa do "Engenheiro"!.... Aí, fadista!...


Postal de apoio do "Major" ao "Engenheiro":

"Engenheiro José Sócrates, conte connosco para o que for preciso, tem o meu voto e o voto de toda a minha “Camorra”, e já sabe: em Gondomar, terra modesta, mas de grandes negócios, de portugueses honrados e de homens fortes, há quem receba 50 € para partir um braço, 100 € para lhes desmanchar os pés, 500 € para os pôr para sempre numa cadeirinha de rodas, 1000 € para deles darem baixa, de vez, nas listas eleitorais. Somos gente brava, gente que é paga para cumprir o seu dever, se precisar de nós, nós cá estaremos!..."

Valentim, "Major"

"Os antigos romanos tinham uma curiosa tradição. Sempre que um dos seus engenheiros projectava a construção de um arco, durante a fase final e assim que as últimas pedras eram içadas e colocadas no seu lugar, o engenheiro assumia a fiabilidade da sua construção da forma mais empenhada possível: permanecia, imóvel, debaixo do arco."

A Engenheira


Adivinhações de Dona Adelaide - Universidade "Independente"


"Querida Dona Adelaide:
A minha Inês estava a fazer Relações Internacionais na "Independente", e já a transferi para a "Lusófona". Mas estou bastante assustado, porque ela já diz que viu por lá umas caras esquisitas da Política, até um homem que foi Vereador da Câmara de Lisboa, Vasco Franco, se não me engano, e parece que corre entre os alunos que a Vice-Reitora, volta não volta, aparece semi-nua em sessões solenes... Nós somos uma família tradicional, de Direita, mesmo, e não gostaria de ver a minha Inês ficar com o Curso a meio mais uma vez. É a primeira vez que venho a uma... desculpe..., bruxa, e espero que seja a última, mas que acha que devo fazer com a Inês?...


(João Gonçal de Barahona Montalchado)


Meu caro João:
Eu, de Universidades, percebo pouco, porque a minha vida foi a minha escola, e muito do meu alimento dos "Alunos de Apolo" nem o 6º Ano tinha, mas foram os que me deixaram mais consolada, benzó-deus. Posso é dizer-lhe uma coisa: o ritmo das Privadas, em Portugal, é dominado, ou pelo Ciclo do Sol, ou pelo Ciclo da Chuva. Lembra-se, há meia década, da escandaleira que aconteceu com a "Moderna"? Também havia um Reitor Cheché, também estavam lá metidos todos, também se passavam coisas horríveis, que metiam "Mulheres, Armas e Droga", e, no entanto, quando as nuvens passaram, as paredes foram pintadas de cores mais coloridas, abriram novos cursos, as pessoas sorriram mais e a vida continuou. Isto é o Ciclo do Sol. De acordo com o Ciclo do Sol, que tem sobressaltos de 5 anos em 5 anos, as coisas tremem, mas nunca caem: fica esta aberta e fica aberta a seguinte e ficam sempre todas abertas, salvo seja, apesar dos mesmos reitores chechés, de lá estarem sempre metidos todos, e das "Mulheres, Armas, Droga e Diamantes" , portanto, meu caro João, pode voltar ao seu condomínio fechado e dizer à sua Inês que aquele senhor que foi... perdão, que é, Ministro da Ciência -- estou sempre a confundir o meu discurso com o que vejo na Bola de Cristal !... -- que a sua Inês nem precisava de ter saído da "Independente", já que ela vai ser repintada, pôr música ambiente, e despejar 100 000 novos licenciados, até ao final do ano, portanto, como fica aberta, dado o Ciclo do Sol, também fica aberta a "Lusófona", apesar da Vice-Reitora nua, do Vasco Franco, e dos outros etcs que a sua filha vê diariamente passar por lá. Esteja descansada, porque, mesmo no Ciclo da Chuva, e podemos estar no Ciclo da Chuva, fica aberta a primeira, a "Moderna", fecha a segunda, a "Independente", mas a terceira, a "Lusófona", também já não fecha. É como nos interruptores do Hermann, umas vezes para cima, outras vezes para baixo, apesar de ser sempre o mesmo interruptor. É preciso é que a sua Inês se despache, e seja ligeirinha: com as pernas, as coxas e os jeans rasgados que eu estou a apreciar na minha bola cristal, já a estou a ver é sentada ao colo de algum administrador da MidiaCapital, ou da Sonae renovada. Ela que não faça como as outras, e ande a leiloar a virgindade entre os colegas, um canudo é um canudo, e depois tem todo o tempo da vida, para andar, como eu, a "arriar chouriços", não vá vir aí um Ciclo do Dilúvio, em que, de repente, tudo o que metesse "Mulheres, Armas, Droga e Diamantes" fosse compulsivamente obrigado a fechar. Mas não se assuste, meu querido, há pernas que, nem compulsivamente, alguma vez se fecharão: diz-me a minha bola de cristal que isso é tudo matéria para uma próxima, muito longínqua, reincarnação..."

ÚLTIMAS: A FOTO DO PROCESSO SÓCRATES, NA UNIVERSIDADE INDEPENDENTE!...








Numa investigação conjunta com a minha colega Felícia Cabrita, que nunca lhe perdoou o abafador que foi posto em cima do "Casa Pia" -- nem ela, nem nós... -- apresentamos, em primeira mão, a caixa com o processo do aluno José Sócrates, o Projecto-Final de Curso (a amarelo), os dois faxes do "Desconsolo" e da "Angústia" e o único recibo de pagamento de propinas -- ainda não se conseguiram cruzar dados, para saber se é autêntico, já que, revela o "Sol", o Sr. Secretário de Estado, José Sócrates, ex-Primeiro-Ministro de Portugal, "estava isento do pagamento de propinas" (devia ser por o pai ser sem-abrigo e a mãe Testemunha de Jeová...)

Afinal, o Sócrates não tem uma licenciatura, tem DUAS!...










Sócrates é um bi-licenciado.






Convite

"convidam-se os alunos finalistas do curso de engenharia civil da universidade independente no ano de 1996 para um jantar comemorativo a realizar em 8 de agosto ou 8 de setembro (se entretanto não surgirem mais datas) que contará com a presença dos ilustres professores.

inscrições
aqui."

By Luikki


TÃO QUERIDO OU A EPOPEIA DAS BRUXAS



"É tudo lindo!!!! [sublinhado meu ...]
"(...) O que sei é que nada disto é claro. Pelo contrário, é tudo cada vez mais negro. Excepto os resultados da governação do Primeiro-Ministro por onde a blogosfera iniciou esta caça às bruxas. A atmosfera política e social está irrespirável na proporção inversa em que a economia globalmente recupera. Surreal, ou a esquizofrenia dos portugueses no seu melhor."

Fonte: Caça às bruxas publicado 21 Abril 2007 em Um jantar em Nova Iorque.
Tags: Um jantar em Nova Iorque. Publicação de Paulo Querido.

É tudo lindo!!!! quanto mais leio mais leio ...

O.V.N.I.S.



Quando eu estava nos meus 15 anos, portanto, há três, tinha um colega que adorava fotografia, e resolveu aparecer-nos -- éramos, na altura, um grupo amigo e solidário, como aquele conluio Sócrates, Ferro Rodrigues, Maria de Belém (para disfarçar), Rui Cunha (muito boa peça, do tempo dos engates dos chichis de Belém) e Paulo Pedroso -- aparece-nos, um dia, com duas fabulosas fotos de ovnis. Um deles era um objecto negro, sobre um fundo azul; o outro um arco, perspéctico, de 3 "Soucoupes Vollantes", como dizem os compatriotas de Le Pen.
Eu adorei ao fotos: uma delas, era um bocado de metal fotografado sobre o roupão azul da mãe dele, casada com um Engenheiro, mas engenheiro a sério; a outra, a preto e branco, desenhada no próprio vidro da janela, com o dedo, depois de lhe ter deitado uma baforada de respiração condensada em cima.
Eram perfeitas. Ainda hoje fazem parte do meu património afectivo e estético, tal qual como aquela foto do Vasco Pulido Valente, enquanto Secretário de Estado, tirada na esquina das travecas do Conde Redondo, e com a matrícula tapada de preto - na versão editada -- para evitar que se visse que era um Carro do Estado, por aquelas paragens. Se quiserem mais pormenores, peçam à Lola, que ela é que sabe a história toda, ou ao Baptista-Bastos, que se comportou um pouco ordinariamente, na altura. Enfim, águas, perdão, OVNIS passados.
Sobre a Teoria dos OVNIS há muito que dizer: há as fotos falsificadas e logo descobertas; há as fotos falsificadas, e nunca detectadas; há as fotos tiradas, e inexplicáveis, e há as fotos que, realmente, nos deixam a pensar.
No "Braganza Mothers", aliás, na nossa sede -- esta vai em primeira mão!... -- na nossa sede que é?.... A ver se adivinham... Que é?... Não, não ,chegam lá sózinhos, a NOSSA SEDE é no "Heron-Castilho", bem ao lado do Sagui de Vilar de Maçada e da sua mãe, Jeová. Posso adiantar-vos que é através da rede "wireless" dele que muitas vezes nos ligamos, por isso o I.P. é tão familiar às Secretas de Sócrates: atentem bem, e vão ver que o nosso I.P. é o mesmo do Primeiro-Ministro, coisas do... Entroncamento!... Em contrapartida, não vos posso revelar o nome que ele atribuiu à sua Rede Doméstica, porque isso iria fazer corar a mãe, a Fernanda Câncio e as senhoras decentes que lêem e colaboram neste Blogue. Um dia, quando a coisa já estiver esquecida, atiramos com isso para a 1ª. Página do "Jornal do Crime"...
O Sr. Sócrates, apesar de ter tido, não sei quanto, estampado num papel na Cadeira de Computadores, é bastante nulo em Informática.
Um dos nossos especialistas resolveu então fazer uma brincadeira e enviar-lhe para a impressora, ligada em rede e "Wireless", a nossa versão do Diploma dele, ou seja, e isto vai em primeira mão, OS DIPLOMAS DO SÓCRATES FORAM FORJADOS NA SEDE DOS "BRAGANZA MOTHERS" E PELOS "BRAGANZA MOTHERS", BEM NO CENTRO DO PRÓPRIO "HERON-CASTILHO"!...
Fizémos uma aposta: 1) A de que ele ia confundir a impressora com um fax, e confundiu-A; 2) imprimiu a nossa falsificação, e agarrou logo nela, como se tivesse sido SALVIFICAMENTE enviada ao seu assessor número 210, e toca de levá-la para a Entrevista na R.T.P.-1 (!)
Nem vocês imaginam as gargalhada que démos nessa noite: o homem poucas vezes deve ter visto o diploma, se é que sabia que o tinha, e agarrou na nossa falsificação. A segunda, a enviada para a Covilhã, muito antes desta bronca ter estourado, foi fabricada pelo
KAOS e é uma fotomontagem. O KAOS tem uma coisa em comum com o Maçador de Vilar de Maçada: não pescam boi de "engenheirias", de maneira que uma vez pôs 17, outra 18, outra... o que calhava. Para quem conhece as imagens do KAOS... ficou... perfeito.
Agora, falando a sério: eu já vi OVNIS, embora nunca tenha fotografado nenhum. Suponho que quem viu as fotografias de OVNIS falsificados ainda passou a acreditar menos na sua existência. Eu sei que toda a gente está à espera de que eu faça a analogia com os Diplomas do Sócrates, mas eu sou mauzinho, e não faço: foram as vossas cabecinhas malévolas que fabricaram a conclusão... Agora, uma coisa é certa: as fotos dos Diplomas do Sócrates ou são forjadas, ou não são (Lili Caneças said). Se são forjadas, pode nunca ter havido originais; se são forjadas sobre originais, é porque os originais divergiam das fotos.
Divergiam onde e no quê?
Como diz o João Gonçalves, aí em baixo, essa tal gaja, Barreto, é de desconfiar até à quinta casa. Pessoalmente, acredito mais em OVNIS do que nos Originais dos Diplomas do Sócrates. Quem forja fotos também é capaz de forjar originais, e, nos tempos que correm, 10 Dias é muito dia, dá para forjar muita coisa, sobretudo ORIGINAIS, críticos e gaurdados em cofres-fortes (!).
Em último caso, vamos ter de recorrer à Investigação Forense, e atirar todas essas coisas para uma Peritagem Internacional, de papéis, tintas e outros sinais de datação específica. Vai ser todo o vexame de submeter o filho da Dona Adelaide, Testemunha de Jeová, às minúcias do Carbono 14 e da luz rasante de infra-vermelhos.
Uma velha Teoria da Conspiração diz que eram as Velhas Potências da Guerra Fria a ensaiar, nos ares, e em segredo, novas armas voadoras.
Eu prefiro as minhas velhas, fotos, forjadas, de OVNIS que nunca existiram.
Uma Nova Teoria da Conspiração, para a qual hoje me inclino, é a de que esta história toda do Sócrates é um "fake", uma pura e reles palhaçada para a populaça andar distraída com o assunto, enquanto uma verdadeira BOMBA já se está a perfilar na sombra.
Venha ela!...

Fábula dos Segredos dos Motoristas








Eu gosto de motoristas, por várias razões: a primeira, porque, as ocasiões mais críticas e gloriosas da minha vidinha de 18 aninhos foram vividas num banco, ao lado de um/a motorista.
A segunda, porque os motoristas, sobretudo os de táxis, que ainda se subdividem em duas categorias, os que cheiram mal e falam de Futebol, e os que cheiram bem, e falam de coisas que eu seria incapaz de pôr aqui, porque suficientes para fazerem cair vários Governos e Oposições...
Fica para um daqueles dias, em que esteja mal disposto.

Até lá, mantenham a compostura.

Vai, todavia, um cheirinho, sobre aquele traço ninfomaníaco da personalidade da Ferreira Leite. Estranho, mas verdadeiro.

Adiante.

De entre todos os motoristas do Mundo, prefiro dois, o Henri Paul, que guiava a Lady Di, na noite em que teve o seu passamento, contra uma coluna do Túnel de l'Alma. Eu estava em Nova Iorque, e só acreditei nisso, quando vi uma velhota, sentada perto das Twin Towers, a chorar baba e ranho. Mal sabia ela o que ainda viria a acontecer ali...
Henri Paul parece que ficou sem língua, no acidente, o que até foi cómodo, já que todas as revelações que fizer serão sempre via Código Morse, ou batidas de Mesa de Pé-de-Galo. Por mim, até escusa de esclarecer grande coisa, porque quem mandou matar a Princesa do Povo foi a Rainha Velha, a que já morreu, que não estava para gramar ter os bisnetos com um irmão monhé: Buckingham não é o Martim Moniz...


O segundo motorista, meu favorito, é o do então Secretário de Estado, Sr. Sócrates, e que, "todas as noites, por ele esperava, à porta da defunta "Independente", enquanto o triste queimava as pestanas, para tentar fazer os "cadeirões" do Curso de Engenharia Civil: sempre que digo a alguém, da área, que o cavalheiro acabou "Betões" e "Estruturas" com 17 e 18, só oiço gargalhadas, mas daquelas sinceras.


Há um enigmático comentário, nas caixas do
"Portugal Profundo", que, infelizmente não consegui localizar, mas onde alguém dizia "comecem por investigar em Coimbra, é lá que a história toda começa..."

Há semanas que fiquei a matutar nisto, e talvez seja uma pista fantástica. Aqui fica lançado o repto, para os apreciadores das investigações dessas baixarias...
A verdade é que, como já ontem referi aqui, José Sócrates foi ocupar o seu devido lugar no Anedotário Nacional, e desse MBA já não se livra, mas esse não é assunto central deste "post". Soou-me um passarinho, que o "Engenheiro", ainda mal Bacharel era, já se fazia pagar, na Câmara da Covilhã, pela tabela do grau acima. Agradece-se a quem disponha de dados sobre isso que os insira nesta caixa de comentários, porque podem ser altamente cruciais, nesta fase do Processo Público de (Des)acreditação do Carácter do Homem que é Primeiro-Ministro de Portugal: a ser verdade, pago, pelas Câmaras, por um Grau acima, foi mais dinheiro que saiu da carteira do contribuinte...
Também desconheço quanto ganha um Motorista de Secretário de Estado. Suponho que ficar à porta de uma "Universidade" de cambalhachos, à espera do Sr. Sócrates, deva ter custado bastante, à hora, sobretudo nocturna, ao Pagador Português. Quem desses dados disponha, também agradeço que os ponha aqui.
Também gostaria de ver o Projecto-Final do Sr. Sócrates. Deve ser uma coisa pomposa, tipo a Tese de Doutoramento do auto-didacta, Príncipe Louis de Broglie, paradigma de todas as Grandes Teses do início do Séc. XX. Para bem e sorte da nossa Cultura, devia ser publicada na Net, e passível de ser imediatamente acedida por qualquer sedento de Obras-Primas.


Quanto aos motoristas, terminarei assim: o da Lady Di conduziu-a a um malgorado destino, era uma mulher bonita, e nada há de mais triste, no Mundo, do que a morte de uma criança, ou de uma mulher bonita. O seu derradeiro acto foi conduzi-la do "Ritz" para a Morte. Quanto ao motorista do Sócrates, foi mais modesto: limitou-se a transferi-lo da sua invulnerável Vaidade para o actual palco comum do Ridículo.

Nota Edibloguetorial - Da Necessidade de Destituição do Cidadão José Sócrates



Em virtude da urgência de intervenção, posto estar em vias de se iniciar a Presidência Portuguesa da União Europeia, e ainda não estar internamente esclarecido o carácter moral, a verticalidade política e a plena posse do perfil ético inerente às altas funções, a desempenhar perante os nossos parceiros europeus, vimos, com agrado, a enorme adesão, desde hoje registada, relativamente à proposta aqui lançada, de "impeachment" do Primeiro-Ministro José Sócrates, doravante designado, neste espaço de intervenção cívica, por "Cidadão José Sócrates".
Para que todas as dúvidas se esclareçam, o grupo de heterónimos, pseudónimos e homónimos que colaboram no "Braganza Mothers" integra diferentes níveis etários, é independente do género e da orientação sexual, e inclui tendências de expressão dispersas por todo o espectro político, desde as posições mais conservadoras, à militância, geralmente designada de "Esquerda" e a todo o tipo de criadores e livres-pensadores.
Uma coisa temos em comum: gostamos de nos expressar bem, por palavras e imagens, e não aspiramos a nada mais do que ao bem-estar e à transparência da sociedade em que vivemos, assim como dos cidadãos, nossos compatriotas, ou dos companheiros imigrados deste espaço de acolhimento nacional. Mais esclarecemos não sermos patrocinados por nenhum grupo económico, jornalístico ou de qualquer outro perfil generica, e sociologicamente tipificado, antes trabalhamos, única e exclusivamente, por motivo daquilo que, no Mundo Civilizado, se chama "Dever de Intervenção Cívica".

Neste preciso instante, e dado isto, uma coisa temos em comum: o consenso sobre a figura do Cidadão José Sócrates não se encontrar em condições de credibilidade política, necessária ao desempenho da Presidência Rotativa da União Europeia, posto nunca ter prestado, perante os Órgãos a quem deve, constitucionalmente, obediência e respeito, Presidência e Assembleia da República, declarações objectivas e documentadas, e, menos ainda, à Opiniao Pública Nacional, tendo-se apenas limitado a submeter-se a uma duvidosa exposição televisiva, que desprezou os canais institucionais de esclarecimento, e veio pôr, ainda mais a claro, ser o tema da sua teia curricular confuso, difuso, e passível de lançar ainda mais dúvidas sobre o cidadão comum.
Como Portugal não é, ao contrário do que se quer fazer passar, um país de gente acrítica, e suceder termos a sorte de continuar a ter, entre nós, pensadores, intelectuais, criadores e críticos de calibre europeu, este Grupo Independente volta a lançar o apelo para uma mobilização cívica que impeça que a Presidência Europeia possa vir a ser ocupada por uma figura sobre as quais pairam suspeitas, recentemente julgadas suficientemente críticas para terem desencadeado, por parte de Sua Excelência o Procurador-Geral da República, uma investigação judicial aos métodos e boas práticas -- ou sua ausência -- correntes na emissão de diplomas, por parte da Universidade "Independente", mais especificamente, no que nos interessa, sobre um diploma, publicamente apresentado pelo Cidadão José Sócrates, como comprovativo da validade de posse de um grau académico de "Licenciatura em Engenharia Civil".
Como nos parece impossível vir a esclarecer-se, em tempo útil, o clima de suspeita que reina em toda a Sociedade Portuguesa, e incorrer-se no risco dos ecos de má-fé -- dada, nos próximos seis meses, a nossa visibilidade nacional acrescida -- poderem, como já começaram, a alastrar por todas as opiniões públicas dos estados nossos pares, vem este grupo de cidadãos voltar a solicitar, caso o Partido Socialista, mandatado pela legitimidade de uma Maioria Absoluta, legitimamente obtida em sufrágio universal, se mostre incapaz de resolver o problema atrás exposto, a intervenção das devidas instâncias, nomeadamente, desencadeando-se um processo de inibição, e, em último caso, de destituição do cargo ocupado pelo Cidadão José Sócrates Pinto de Sousa.

Nós, Portugueses de boa fé, não queremos participar de uma anedota alastrada a todo o Continente Europeu.

Pela urgência do facto, se pede a máxima divulgação deste texto, e a criação, em seu redor, de uma massa crítica de Opinião Pública, de modo a poderem desencadear-se os mecanismos de salvaguarda democrática necessários à resolução do problema atrás referido.

Agradecendo antecipadamente, toda a equipa de redactores e leitores do Blogue "The Braganza Mothers".

Cartas de Dona Adelaide - As Licenciaturas de Sócrates

"Querida Dona Adelaide:

Eu costumo vir às consultas para saber o meu destino, o sabe-deus que vai dar à minha pensão para o ano, se a puta de cima vai arranjar um homem novo, e tenho de chamar a polícia outra vez, ou se o merceeiro me anda mesmo a enganar nas contas. Agora, no outro dia, liguei a televisão e só se fala num Senhor Sócras, é o Senhor Sócras na TVI, é o Senhor Sócras na SIC, é o Senhor Sócras no Canal da I.U.R.D. Depois é que me disseram que era Ministro, e eu até pensava que o Ministro de Portugal era o Professor Cavaco Silva, um homem como já não se fazem, assiste a tudo sem mexer um músculo. Dona Adelaide, acha que esse Senhor Sócras vai mexer na minha pensão?...

(Aldina de Jesus, Bairro do Pessegão)

Querida Aldina:

Como eu adorava viver na inocência em que a menina vive. Pela sua carta, deixe-me adivinhar... foi toda a vida costureira nalguma Oficina do Casão do Exército, e agora, depois de reformada, trabalha naqueles balcões de bainhas de calças, no Fórum Almada. Viu como acertei?... A querida tem a sorte de ter uma vida simples, para si, a existência é uma Enorme Bainha, que ora umas vezes tem de ser descida, ora outras vezes tem de ser subida. Quanto à sua pensão, posso já dizer-lhe que deve ter sido algum lapso, já que esse Senhor Sócras foi a tudo o que era pinga-moedas, pensões incluídas, e quando ele descobrir que continua a trabalhar, depois de reformada, ainda lhe põe um processo disciplinar póstumo em cima... Só Deus sabe esta gente desonesta que anda por aí. Mas já que veio à consulta, vou ali queimar uns papéis, e fazer adivinhações nas cinzas, que é o que está a dar (Dona Adelaide queima as 4 últimas páginas da revista "Maria")... [...] Olhe, querida, vejo esse Senhor Sócras a subir na vida, um homem cheio de habilitações, ele é MBAs, ele é Engenheiro, ele é Dótôr das Advocacias, estou a ver aqui nos fumos que até tentou ser médico, sim, médico... Dona Aldina, sente-se e aperte o cinto, era a primeira vez que íamos ter um Médico, a Governar!... Vejo, lá para 2010, quando tiver posto Portugal na Cauda dos 27, para recebermos os Fundos Estruturais, como em 85, que ele, com tantas habilitações e talentos será considerado o Leonardo da Vinci do séc. XXI.
Já estava na altura de produzirmos um Génio.
Kisses, amorosa."
By Dona Adelaide

Nota Edibloguetorial

Atenção para este texto, espantoso, do "Manuel", da "Grande Loja do Queijo Limiano".
O dedo, em cheio, na FERIDA!...

ATÉ PARECE DO KAOS...


A Força da Gravidade

Fiquei a saber, naqueles excelentes concursos que estão a decorrer, sobre a Língua Portuguesa, que a Força da Gravidade era a responsável pelas coisas graves que nos iam acontecendo, e quem diz, a nós, diz ao país, já que o país somos todos nós.
Ora, acontece que Portugal está em queda livre. No final deste ano, saber-se-á que todas aquelas medidas de impacto, que tranformaram o atoleiro num pântano generalizado, não deram nenhuns frutos: o Desemprego cresceu, nomeadamente o classificado, a inflação, tipicamente fruto do nó especulativo que cada qual guarda dentro de si, vai aumentando, à medida que o poder de compra diminui, a mentira política tornou-se o dia-a-dia, e, tipo cereja no bolo, aquela "coisa", nascida de 7 meses, tipo chinesinha de cara chapada de linguado, que detém a pasta da Economia, uma coisa que está extinta em Portugal, depois da devastação do Primeiro Cavaquismo, veio falar de Turismo, a solução é o Turismo, a salvação vai ser o Turismo!...
Não vai.
A mim, mas eu tenho defeitos nos neurónios, quando me falam de Turismo é pirar-me o mais depressa e para mais longe que posso, de aqui. Haverá estrangeiros que venham ao engodo, e naturais que adorem férias partilhadas nos barracões do Algarve, na Marbella dos canalizadores alemães, e dos gajos das garagens do terceiro anel de subúrbios de Londres. É certo que a Madonna e o Georges Michael, de quando em vez, vêm para aquelas propriedades privadas, em busca do caralho algarvio, mas até isso é um engodo: como muito bem sabem, quer a minha amiga "Laura", quer a "Sheila", do Mondego para para baixo, só há passivas.
Há uns anitos, o defunto Cesariny teve um desabafo, que guardo com saudade, pela sageza e elegância da frase: dizia ele que Portugal, há muito, deveria ter sido declarado praia, até à fronteira. Infelizmente, até a poesia dessa declaração, desse prolegómeno a todo o porvir futuro, foi por água abaixo: hoje em dia, o mais que poderíamos fazer era declarar Portugal como litoral erodido, e em risco de abatimento, até à fronteira. Visitem a Praia dos Carneiros, no Brasil, e percebam como se pode gastar um dinheiro bem empregado, em vez de andar a ver focinhos conhecidos, e mal-cheirosos, no Sotavento e no Barlavento do Reyno Unido da Parvónia dos Algarves.
Mais grave, ainda, é a falta de humor da corja que nos governa. Dia após dia, cresce o nojo que Sócrates me desperta, Sócrates e a sua camarilha. Há pouco, telefonava-me uma "doida", a dizer que ele agora ia acabar com a Brigada de Trânsito da G.N.R., e que ia ser a morte "dela", já que um dos fetiches desta minha "amiga" bicha, era, justamente, sempre que a mandavam parar, em operações stop de estrada, "ela" abrir a porta, pôr-se joelhos, e lamber as botas do garboso Guarda-Republicano. Não sei se alguma vez se safou das multas assim, mas vai levar a barriguinha cheia do fetiche, isso vai...
No
"Portugal Profundo", blogue nosso vizinho, vem a história toda da falsificação do perfil académico do "Engenheiro". Vão lá, e leiam, mas reparem também que as caixas de comentários desapareceram. O nosso colega e amigo, António Balbino, foi dos primeiros a sentir na pele o que era meter-se, em Portugal, com os amigos dos pedófilos: apreensão de computador, devassa da vida privada e profissional, imputação de delitos na escala da enormidade, quando todos sabemos que vivemos no país da Impunidade. É verdade que meter-se com um pedófilo é assunto que mata, e mata mesmo. Esse é dos maiores tabus da sociedade monstruosa em que vivemos, e o António sabe-o, e sente-o diariamente, na pele.
Fechou as caixas dos comentários. Todos os dias temos uma má nova. Para mim, essa é a má nova de hoje. E o pior ainda está para vier, porque a Corja começa a sentir-se na fase do encurralamento. E está encurralada. É só uma questão de tempo. Deixá-lo correr.

Mais escândalo: A Madame Constância também molhava o bico no penico da "Independente"!...



Mais escândalo: "[...] O contrato de leasing entre a cooperativa SIDES a Fundimo – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário do Universo Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi assinado em 2003 e o processo terá sido conduzido por Maria José Constâncio, mulher do governador do Banco de Portugal e administradora da Fundimo".


Leia
aqui, e visite o autor da imagem ali

A OPA foi ao ar, não foi? Agora olha!...

"Administradores da enciclopédia decidiram bloquear editores anónimos
Licenciatura de José Sócrates gera polémica na Wikipédia 04.04.2007 - 09h41
Ricardo Dias Felner
in Publico.pt
«O artigo sobre José Sócrates da Wikipédia, a maior enciclopédia online do Mundo, teve mais de 70 versões diferentes nas últimas duas semanas. As alterações sucessivas ao perfil do primeiro-ministro dispararam após o PÚBLICO ter publicado uma investigação sobre o currículo académico do chefe do Governo, no passado dia 22 de Março.O motivo principal para tantas versões divergentes tem que ver com o facto de, no entender de alguns editores, o primeiro-ministro dever ser apresentado como "licenciado", enquanto outros preferem apresentá-lo apenas como "detentor de um diploma de licenciatura". A confusão poderia ser ainda maior se os administradores do site não tivessem entretanto decidido ordenar uma protecção excepcional daquela página, invocando a existência de "vandalismos recorrentes". A opção tomada impede que possam participar na produção daquele artigo utilizadores anónimos. Esta medida não foi usada nos perfis da Wikipédia de nenhum outro primeiro-ministro português. De acordo com as estatísticas da enciclopédia on-line, existem perto de 250 mil artigos na Wikipédia portuguesa, sendo que, entre estes, apenas cerca de 450 estão protegidos.A Wikipédia considera atitudes de "vandalismo" a "criação de artigos sem lógica ou vazios", a "publicação de informações erradas", "apagar dados, distorcer dados correctos ou eliminar artigos ou textos válidos".Discussão entre editoresA última versão do artigo sobre José Sócrates disponível ontem, ao fim do dia, na parte curricular - a que mais controvérsia tem causado -, recupera a versão de que José Sócrates é "licenciado em Engenharia Civil pela Universidade Independente", remetendo, todavia, para três notas de rodapé. A primeira dessas notas salienta que, "segundo o jornal PÚBLICO, há falhas no processo relativo à licenciatura de José Sócrates"; sublinha-se depois que as "dúvidas acumulam-se" com o trabalho publicado na semana seguinte pelo Expresso; e a terceira nota indica que o diploma foi "assinado num domingo". É ainda referido que o actual primeiro-ministro "possui um MBA em Gestão de Empresas pelo ISCTE, Lisboa, e o curso de Engenharia Sanitária para engenheiros municipais da Escola Nacional de Saúde Pública". No fórum de discussão sobre o perfil de José Sócrates, para além de alguns administradores justificarem os bloqueios com a divulgação de informação "difamatória", defendeu-se que não se deveria colocar em dúvida a conclusão da licenciatura do primeiro-ministro enquanto não houver provas em contrário. Em sentido contrário, outros ripostaram que o único dado factual, neste momento, é a posse de um diploma e não o grau de licenciado, reclamando que o primeiro-ministro, perante as notícias da comunicação social, prove que completou o curso de forma regular. A primeira entrada sobre José Sócrates na Wikipédia portuguesa foi colocada no dia 1 de Dezembro de 2004. Desde então, até ontem, foram feitas mais de 300 alterações».
Achou este artigo interessante?Sim, achei interessantíssimo. Foi pena já lá não estar a referência ao namoro com a Câncio, como constava antes... Mas isso não vem agora para o caso.
(Thanks Punctum - e o agradecimento não foi na primeira postagem por lapso)"
By Zlipax

Novas Oportunidades II




Eles "andem" aí!


A cabala confirma-se, e eu já estou na lista negra!
(se clicar na imagem lê melhor ó cegueta)
By Foxy

Apelo ao Interesse Público

"Actualizei o dossier da Universidade Independente, na medida que me foi possível. Se alguém tiver novas informações ou referências mais precisas, CONTRIBUA AQUI.

Universidade Independente
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Universidade Independente, instituição de Ensino Superior Privado, apresentou-se, desde a sua fundação, em 1994, como organização vocacionada para as novas tecnologias. Conta, entre os seus antigos alunos, com personalidades de destaque, nomeadamente o actual (2007) Primeiro-Ministro de Portugal, José Sócrates, e ainda Armando Vara, também socialista, que concluiu o Curso de Relações Internacionais, três dias antes [1] [2] da sua nomeação para a Administração da Caixa Geral de Depósitos, cargo que ainda exerce actualmente (2007). Pelo Centro de Estudos de Televisão, dirigido por Emídio Rangel, surgem nomes como os de José Alberto Carvalho, Ana Sousa Dias, Catarina Furtado, Margarida Marante, Júlia Pinheiro, Teresa Guilherme, Manuel Luís Goucha e Baptista-Bastos. A modelo Bárbara Elias, a ex-miss Portugal Fernanda Silva e o cantor Axel também passaram pelas cadeiras da UnI, como estudantes do curso de Ciências da Comunicação. O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, Rui Nobre Gonçalves, leccionou aulas na Universidade Independente, tal como o assessor do ministro da Saúde, Miguel Vieira. Carlos Narciso, o assessor [3] do ministro dos Assuntos Parlamentares Augusto Santos Silva, foi outro dos alunos da Independente. Surgem ainda os nomes de Alberto João Jardim, Joaquim Letria ou Filipe La Féria, que também estiveram ligados e esta Universidade, enquanto professores [4].[editar] Cumprimento de critérios de qualidadeO ministro da Ciência, Mariano Gago ordenou em Março de 2007 a reavaliação da autorização de funcionamento da Universidade Independente. Um dos motivos prende-se com o reduzido número de doutorados em tempo integral na Universidade. Mariano Gago referiu como exemplo o facto de existir apenas um doutorado em tempo integral no pólo de Lisboa[5].[editar]
Referências http://www.correiomanha.pt/notic...nal=0& id=232731 Segundo um artigo do jornal Expresso de 31 de Março de 2007, terá concluído o curso 6 meses antes da sua entrada na CGD. Exonerado por Augusto Santos Silva a 3 de Abril de 2007, por colaboração a título pessoal com a Universidade Independente, ao ter enviado um e-mail das instalações da Universidade: id_news=270124 e [1] http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=232731&idselect=9&idCanal=9&p=200 Universidades privadas repudiam tratamento de Mariano Gago - Diário de Notícias[editar]
By Zlipax