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quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Punctumcontrapunctum



"Os antigos romanos tinham uma curiosa tradição. Sempre que um dos seus engenheiros projectava a construção de um arco, durante a fase final e assim que as últimas pedras eram içadas e colocadas no seu lugar, o engenheiro assumia a fiabilidade da sua construção da forma mais empenhada possível: permanecia, imóvel, debaixo do arco."

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

O significado da Coerência mudou?



Eu não nasci ontem!

Dedicado, sem ambiguidades, a Hymenaeus e a Paulo João Canavarro Branco, entre outras personagens anónimas e não só... E não adianta espernear e dizer que não, porque eu vi e sei... mesmo quando me mentem descaradamente.


“Vivemos numa sociedade que, em grande parte, marcha ‘ao compasso da verdade’ - ou seja, que produz e faz circular discursos que funcionam como verdade, que passam por tal e que detêm, por este motivo, poderes específicos. A produção de discursos ‘verdadeiros’ (e que, além disso, mudam incessantemente) é um dos problemas fundamentais do Ocidente. A história da ‘verdade’ - do poder próprio dos discursos aceites como verdadeiros - está totalmente por ser feita.” (Michel Foucault)
«O poder simbólico é, com efeito, esse poder invisível o qual só pode ser exercido com a cumplicidade daqueles que não querem saber que lhe estão sujeitos ou mesmo que o exercem.» (Pierre Bourdieu)
«For an ideology differs from a simple opinion in that it claims to possess either the key to history, or the solution for all the ‘riddles of the universe’, or the intimate knowledge of the hidden universal laws which are supposed to rule nature and man.» (Michel Wiewiorka)

«’Reality’ is what we take to be true. What we take to be true is what we believe. What we believe is based upon our perceptions. What we perceive depends upon what we look for. What we look for depends upon what we think. What we think depends upon what we perceive. What we perceive determines what we believe. What we believe determines what we take to be true. What we take to be true is our reality.» (Zukav)"





Só para AMIGOS


Hoje apetece-me dirigir umas palavras a uns certos amigos meus. E acreditem que sou pessoa de poucos amigos. Nessa temática, sou propositadamente ingénuo. Todo e qualquer papalvo facilmente me engana. A única defesa que possuo é ter este meu feitio vingativo. Por isso, para mim, uma amizade que se vai perdurando no tempo, é por mim continuamente alimentada e relevada. Sou uma pessoa, ou pelo menos assim me considero, com valores. E apraz-me muito conviver com quem tem dado provas de ser similar. Pessoas íntegras. Para quem a palavra honra não é uma palavra vã. Como devem imaginar, já foram muitos os que pedi para irem à sua vida. Sem esperar pela resposta.

Hoje quero dirigir-me só a amigos. Para os restantes leitores, peço que me desculpem e compreendam este pequeno momento de privacidade. Quem não quiser entretanto ler outros posts, peço que façam o favor de olhar para o lado e ir assobiando. São só uns cinco minutos. Tentarei ser breve.

Amigos, agora só entre nós. Dirigo-me obviamente a vocês que têm por missão juntar toda a informação possível a meu respeito, para análise e posterior acção. Cada um de nós que aqui escreve ou comenta, assume que tem um conjunto, maior ou menor conforme o grau de ameaça que apresenta, de sujeitos sobre a sua alçada (aqui confesso que hesitei na terminologia a utilizar, mas deduzi que estando fulano A sob a alçada de cicrano B, a relação inversa seja a de B estar sobre a alçada de A). O Arrebenta, por exemplo, deve ter uma sala cheia de gente, de bata branca e óculos graduados, as paredes repletas de quadros, que em si, estarão cheios de pequenos pedaços de papel das mais variadíssimas cores, com gatafunhos ilegíveis, interligados entre si com códigos completamente aleatórios e incompreensíveis, mesmo para vocês, quanto mais para mim que os estou a imaginar. Eu, da minha parte, já fico satisfeito com um par de estagiários. E é mesmo a vós dois que me estou a dirigir. Vós que conhecem o meu intímo (e tudo o resto) melhor que eu mesmo.

Espero, nesta altura do post, ter clarificado, sem margem para qualquer dúvida, sobre a quem, exactamente, me quero dirigir.

Estão atentos?

É mesmo só para vos dizer que vos acho a mais fétida escumalha à face deste planeta. Se fosse vosso filho e um dia descobrisse que era dessa vossa actividade ignóbil o provento da minha alimentação, acho que passaria o resto dos meus dias a vomitar. Um pagamento com juros a ver se recuperava a dignidade que, além das minhas possibilidades ou vontade, me fora violentamente tirada. Já para não falar no nojo sentido por ter o vosso sangue a correr nas minhas veias. Pensai nisso quando esta noite olharem para os olhos dos vossos filhos e lhes estiverem a beijar a testa antes de os deitar. Aqueles olhos inocentes e puros, que mal sabem que estão a olhar para um ser ainda mais abjecto que um pedófilo. Toda aquela admiração inabalável desperdiçada em alguém que não passa de um mísero cagalhão.

E, no dia em que me sentar à vossa frente que algo fique, desde já, esclarecido: o eu conhecer as vossas caras é muito mais importante, e prazeroso, do que vocês conhecerem a minha. É que a partir desse momento exacto terei a quem poder dizer: “Dediquei este texto especialmente ao teu pai/mãe."

Viagem Final - All that Jazz

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Neste blogue praticam-se a liberdade de pensamento e expressão próprias das sociedades avançadas
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